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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria foca nas investigações internas e nas ações do clube, tratando de forma neutra os acontecimentos.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Romeu Tuma Júnior Andrés Sanchez Duílio Monteiro Alves Augusto Melo Cássio Conserino Luiz Ambra Neto

Conteúdo Original

Eric Faria, sobre elenco do Corinthians: “Compete com qualquer time brasileiro” O promotor Cássio Conserino, do Ministério Público de São Paulo, classificou como irregularidade administrativa a paralisação das investigações contra ex-presidentes no Conselho Deliberativo do Corinthians e deu ciência sobre o caso ao promotor responsável pelo inquérito civil de possível intervenção judicial no clube . + Siga o canal ge Corinthians no WhatsApp O despacho endereçado ao promotor Luiz Ambra Neto, da Promotoria de Patrimônio Público e Social, ocorre após uma troca de farpas em ofícios enviados entre Conserino e o presidente do Conselho do Corinthians , Romeu Tuma Júnior, nos últimos dias. No centro da discussão está a decisão de Tuma de suspender as investigações internas sobre os ex-presidentes Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo pelo suposto uso irregular do cartão corporativo do clube. 1 de 1 Parque São Jorge, sede social do Corinthians — Foto: José Edgar de Matos Parque São Jorge, sede social do Corinthians — Foto: José Edgar de Matos "Causa perplexidade" Para Tuma, a sequência das apurações nas comissões do Conselho poderia resultar em descumprimento de ordens judiciais. Andrés está proibido de ter contato com dirigentes corintianos. Contra Duílio e Augusto, não há restrições impostas pela Justiça. Já Conserino, responsável pelos inquéritos criminais que investigam ex-presidentes no MP, entende que a cautelar a Andrés não serve para "suspender jurisdição disciplinar privada nem paralisar o dever estatutário de apuração de condutas". Foi esse o argumento de um ofício enviado pelo promotor diretamente a Tuma na última quarta-feira, em que o representante do MP escreveu que a interpretação de Tuma "causa perplexidade". Em um ofício anterior, endereçado ao Corinthians , Conserino alegou que a afirmação de que as cautelares impediriam as investigações era "quase pueril, beira o absurdo e quer de maneira direta descumprir preceitos administrativos e indireta questionar uma decisão judicial". Resposta irônica de Tuma Na quinta-feira, Tuma respondeu ao ofício e, entre a explicação dos argumentos para a paralisação das investigações, agradeceu a preocupação do promotor com "as questões disciplinares internas do Corinthians , cuja matéria, mesmo não estando no plexo das duas competências funcionais, detém bastante do seu tempo e atenção". O presidente do Conselho pediu ainda que o representante do MP evite "palavras públicas ofensivas e desrespeitosas contra nós, que estamos aqui de forma voluntária, buscando com muita responsabilidade fazer o melhor para a associação". — Certas manifestações de Vossa Excelência que são exploradas e reverberadas no noticiário e em publicações de redes sociais causam diversas ameaças e constrangimentos que tenho absoluta convicção não ser vossa intenção — escreveu Tuma. Mais notícias do Corinthians : + Hugo Souza admite má fase no início de 2026 e espera virada de chave + Martínez encerra passagem marcada por polêmicas; relembre + Sem espaço, Cacá é emprestado; veja detalhes + Bidu ganha apoio por convocação à Seleção e ouve elogios Tréplica após resposta "debochada e sarcástica" Em resposta, Conserino enviou ofício ao promotor responsável pelo inquérito da possível intervenção judicial no Corinthians , nesta sexta-feira, para dar ciência sobre o que chamou de irregularidade administrativa. No ofício, o promotor disse que a resposta recebida de Tuma é "um tanto debochada, irônica e sarcástica", com a alegação de "indevida intromissão do Ministério Público". No texto, Conserino rebateu os argumentos do presidente do Conselho e defendeu que não se trata de intromissão indevida em esfera privada, mas do "regular exercício de atribuição constitucional de fiscalização" que cabe ao MP. Para o promotor, a interpretação de Tuma "fere o estatuto, o regimento e o código de ética do Corinthians ", além de outras regras que estruturam o processo administrativo interno. — A apuração de infrações estatutárias não se subordina à conveniência política do órgão julgador. A omissão na condução de procedimentos pode caracterizar infração de dever funcional associativo. O promotor disse estar comunicando a Promotoria de Patrimônio Público e Social porque a situação "só confirma, em teste, a existência de atos administrativos desconformes". — Estamos em face de mais uma evidente irregularidade administrativa, sem prejuízo daquelas que já foram explicitadas na representação, tudo a força uma imediata intervenção para sustar a afasia que atinge a entidade desportiva". Na resposta ao MP, Tuma disse que aguarda a manifestação da Justiça para liberar a retomada das investigações internas. O Corinthians , por meio da diretoria executiva, pediu que o Conselho seja autorizado a continuar as apurações. Ainda não houve resposta. — Não se trata, pois, de uma suspensão arbitrária, eterna e imotivada como insinua Vossa Excelência, inclusive, porque acompanhada de uma série de determinações e requerimentos visando, justamente, o andamento seguro (sob o ponto de vista jurídico) das investigações — escreveu Tuma na resposta ao promotor, na última quinta-feira. Ele ainda não se manifestou sobre o último despacho do representante do MP. + Leia mais notícias do Corinthians 🎧 Ouça o podcast ge Corinthians🎧 + Assista: tudo sobre o Corinthians na Globo, sportv e ge 50 vídeos