O colunista Mauro Cezar Pereira informou que o ministro Luiz Fux, do STF, deve definir o caso das bets apenas após o segundo turno das eleições. Os clubes vivem período de congelamento e incerteza com patrocinadores do setor de apostas, após a Medida Provisória que proíbe as casas de aposta, com alguns contratos suspensos e não rescindidos. O patrocinador do Palmeiras teria demonstrado incômodo com a postura do clube na discussão pública sobre as bets.
O São Paulo encontrou uma alternativa para o espaço de patrocínio máster no uniforme após a suspensão das atividades da Superbet, sua patrocinadora principal, devido à MP n.º 1.394/2026. A marca Superscore, pertencente ao mesmo grupo mas sem relação com apostas, passará a estampar a camisa a partir do jogo contra o Cruzeiro. Com isso, o contrato avaliado em cerca de R$ 680 milhões até 2030 será mantido nos mesmos valores, sem necessidade de rescisão.
O mercado de apostas esportivas (bets) espera que o ministro Luiz Fux conceda uma liminar no STF para suspender os efeitos da medida provisória que retirou as casas de apostas do ar no Brasil. O colunista Pedro Lopes explica que, caso a liminar seja concedida, o caso pode seguir dois caminhos: o STF julgar o mérito da MP ou a discussão migrar para o Congresso. O cenário ainda pode mudar rapidamente enquanto a disputa jurídica e política avança.
O São Paulo acompanha o prazo final da Medida Provisória 1.394/2026, a 'MP das Bets', que pode forçar a retirada do patrocínio máster da Superbet dos uniformes, das placas e do nome do centro de treinamento (SuperCT). O clube aguarda uma eventual liminar do ministro Luiz Fux no STF que poderia preservar os contratos de publicidade. Sem decisão judicial, o contrato prevê pausa de até 90 dias ou encerramento sem indenização, o que agravaria a pressão financeira sobre o orçamento do clube.
A Superbet, patrocinadora master do São Paulo, encerrou suas operações em cumprimento à MP n.º 1.394/2026 e deixará de estampar as camisas do clube a partir de amanhã. O acordo também cobria o naming rights do centro de treinamento da Barra Funda, o SuperCT, cujas placas e associações devem ser retiradas. O contrato prevê uma pausa de até 90 dias ou rescisão sem multa, dependendo de eventuais decisões do STF ou do Congresso.
O colunista PVC analisa a decisão pendente do ministro Luiz Fux, do STF, sobre o pedido de liminar na Ação Direta de Inconstitucionalidade contra o veto às casas de apostas esportivas (bets), com 21 clubes de futebol entrando com representações. O texto discute a composição política do STF e as indicações presidenciais dos ministros, além do impacto do fim dos patrocínios das bets no futebol brasileiro. As Séries A e B do Campeonato Brasileiro já devem ter camisas sem publicidade de apostas, a menos que a liminar seja concedida.
O colunista Rodrigo Mattos analisa o cenário financeiro do Flamengo caso o contrato com a casa de apostas Betano seja encerrado, em meio à possível proibição do patrocínio de bets no Brasil. Segundo ele, sem a receita da Betano, o clube precisaria realizar vendas relevantes de jogadores para equilibrar o orçamento de 2025, enquanto aguarda decisão do ministro Luiz Fux no STF. A matéria cita ainda recomendação do Ministério Público para que Flamengo e Fluminense cedam o Maracanã ao Vasco para o jogo contra o Boca Juniors pela Sudamericana.
O diretor de futebol do Flamengo, José Boto, afirmou que a possível proibição das bets no Brasil pode forçar o clube a vender dois ou três jogadores, mas garantiu que salários e pagamentos a funcionários não serão afetados. O Flamengo possui contrato com a Betano até 2028, avaliado em cerca de R$ 266 milhões, e estima perda de até R$ 430 milhões com a Medida Provisória 1.394/2026. Com aval do ministro Luiz Fux, o clube atuará como amicus curiae em ações no STF contra a medida.
O Flamengo abriu uma frente jurídica no STF, com o ministro Luiz Fux aceitando o clube como amicus curiae em ações que contestam a proibição das bets, tema que levanta preocupações financeiras sobre o contrato com a Betano. No campo, Arrascaeta passará por cirurgia no punho esquerdo e deve ficar seis a oito semanas fora, perdendo a semifinal da Libertadores contra o Estudiantes. Mesmo assim, o time lidera o Campeonato Brasileiro com três pontos de vantagem sobre o Palmeiras e anunciou parceria com a Prefeitura de Maricá para o futebol feminino.
O Flamengo ingressou no Supremo Tribunal Federal como amicus curiae na ADI 8.027/DF para reforçar as ações contra a Medida Provisória 1.394/2026, que proíbe apostas de quota fixa, bets e cassino online no Brasil. O clube estima perdas de até R$ 430 milhões e argumenta que o fim abrupto dos patrocínios compromete modalidades sem receita própria, favorece plataformas clandestinas e é logisticamente inviável. O pedido se soma às ações da ANJL e do IBJR e está sob análise do ministro Luiz Fux.
O Flamengo foi aceito pelo ministro Luiz Fux para atuar como amicus curiae em três ações de inconstitucionalidade no STF que discutem o futuro das casas de apostas no Brasil. O clube pede a suspensão imediata dos efeitos da Medida Provisória, estimando perda de até R$ 430 milhões para si e cerca de R$ 2,5 bilhões para o futebol brasileiro. Com a decisão, o Flamengo passa a participar diretamente da discussão no Supremo, apresentando argumentos sobre os impactos da medida no futebol e em outras modalidades.
O colunista Paulo Vinicius Coelho (PVC) explica o mecanismo do Amicus Curiae (Amigo da Corte) e como clubes de futebol, liderados pelo Flamengo, pretendem ingressar na ação direta de inconstitucionalidade no STF sobre o veto às casas de apostas (bets). A estratégia busca defender os contratos de patrocínio assinados sob o regime legal anterior, dependendo de autorização do ministro Luiz Fux, relator da ação. O texto contrasta esse caminho com a via tradicional de liminares na Justiça Federal dos estados.
Após boicotar reunião convocada pelo Ministério do Esporte, clubes de futebol intensificam a disputa jurídica contra a Medida Provisória assinada por Lula que proíbe as bets no mercado brasileiro, mirando agora o STF. O Flamengo entrou com petição pedindo liminar para derrubar os efeitos da proibição, alegando risco de danos irreversíveis, como rescisões contratuais e desativação de equipes. Enquanto o prazo para retirada da publicidade expira, dois jogos do Brasileirão devem marcar a despedida das casas de apostas como patrocinadoras.
O ministro Luiz Fux aceitou o Flamengo como amicus curiae em três Ações Diretas de Inconstitucionalidade que tramitam no STF sobre o futuro das bets. O clube pede a suspensão imediata da Medida Provisória que proíbe as casas de apostas, alegando prejuízos de até R$ 430 milhões para o próprio clube e cerca de R$ 2,5 bilhões para o futebol nacional. O rubro-negro é o primeiro clube a ingressar diretamente no STF contra a decisão do governo.