A colunista Milly Lacombe critica os argumentos usados para defender a volta das casas de apostas online (bets), qualificando-os como 'ginástica moral' diante da crise social e do vício que a legalização produziu. Ela sustenta que o único motivo honesto para defender as bets seria o lucro obtido com a destruição de vidas, e defende que, se retornarem, existam sem publicidade, sem patrocínios no futebol e com taxação drástica. O texto menciona o protesto de Flamengo e Fluminense, que estamparam a frase 'proibir não é proteger' em suas camisas contra o veto às bets.