O volante Juninho, do Novorizontino, revelou em entrevista como o futebol foi fundamental para superar um passado de vício em roubo. Ele contou com o apoio de sua "tia de consideração", Angélica Monteiro, que o acompanhou em diversas fases de sua carreira nas categorias de base e profissional, culminando com o gol da vitória que dedicou a ela.
O colunista Milton Neves relembra com nostalgia as cestas de Natal "Gigante Amaral" que sua tia comprava em prestações na década de 1950. Ele narra a diminuição gradual do tamanho e conteúdo das cestas, refletindo as dificuldades financeiras da família, e homenageia a tia por sua dedicação e sacrifícios.