O artigo discute como o esporte internacional, frequentemente alegando neutralidade política, na verdade atua como um ator geopolítico relevante em tempos de conflito. Compara as reações desiguais a guerras em Gaza e Ucrânia, e questiona a punição seletiva de países como a Rússia e, potencialmente, a Venezuela, defendendo a necessidade de critérios objetivos e coerentes para sanções esportivas.
O artigo discute as implicações do ataque dos Estados Unidos à Venezuela no contexto do direito internacional e do esporte. Questiona a capacidade do movimento esportivo de manter sua neutralidade e aplicar princípios de direitos humanos diante de um conflito que envolve o país sede de grandes eventos como a Copa do Mundo e as Olimpíadas.