O artigo discute como o Irã está utilizando os arquivos relacionados a Jeffrey Epstein como uma arma de guerra na guerra de narrativas contra os Estados Unidos. A publicação destaca que o Irã usa essas informações para desacreditar o governo americano, especialmente em relação a Donald Trump, e para unir a população interna, apelando contra um possível envolvimento com uma 'gangue de pedófilos'.
O ex-jogador do Bayern de Munique, Franck Ribéry, foi mencionado nos arquivos de Jeffrey Epstein. Embora sem acusação formal, seu advogado declarou que tomará medidas legais contra as notícias falsas que prejudicam a dignidade do atleta. Os documentos divulgados pela justiça dos EUA citam o nome do francês seis vezes em falas de terceiros.
A colunista Milly Lacombe relata sua experiência ao vasculhar os arquivos de Jeffrey Epstein, descrevendo o horror dos documentos que expõem o abuso de crianças por homens poderosos. Ela destaca um email que menciona uma 'nova brasileira', sexy e bonitinha, aparentando ter nove anos, e detalha a complexa relação de Noam Chomsky com Epstein, apesar da condenação deste último por exploração sexual de menores.
O artigo narra a história de três congressistas republicanas que desafiaram Donald Trump para garantir a liberação de documentos relacionados a Jeffrey Epstein. Apesar da pressão de Trump, as três mulheres mantiveram sua posição, levando à aprovação da petição no Congresso e à divulgação dos arquivos.