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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Por que não falar da chance de uma bomba atômica ser usada no Irã? Milly Lacombe Colunista do UOL 20/03/2026 10h38 Deixe seu comentário 19.mar.2026 - Protesto na Times Square, em Nova York, contra a guerra com o Irã Imagem: Eduardo Munoz/Reuters Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× A possibilidade de uma bomba atômica ser usada contra o Irã é um perigo real e imediato segundo o coronel Lawrence Wilkerson, militar aposentado e ex assessor de Collin Powell, secretário de Estado de George W. Bush entre 2001 e 2005. Wilkerson tem dado entrevistas alertando para o fato de os Estados Unidos não estarem preparados para a estratégia de defesa iraniana. O Irã segue respondendo de forma precisa à agressão que sofreu e Trump já dá sinais de desespero. Wilkerson acha que se Israel realmente ficar muito vulnerável, se o dome de proteção seguir sendo destruído por mísseis iranianos, o uso de uma bomba atômica é iminente. Estamos diante de uma realidade absurda e que pode comprometer a vida humana nesse planeta. "Para o Irã vencer essa guerra, basta não perder", disse Wilkerson ao canal de YouTube India&Global Left. Ele explicou que a cada dia que o Irã resiste e segue se defendendo ele dá um passo em direção à vitória. Os Estados Unidos já perderam porque a ideia que o mundo inteiro tinha era a de que se os Estados Unidos agredissem um país eles precisariam de um ou dois dias para atingir seus objetivos. Essa impressão foi destruída porque, segundo o especialista, uma coisa é estar preparado para a guerra fria e outra muito diferente é estar preparado para uma guerra no século 21. "Nós fomos o único país que usou bombas atômicas para matar seres humanos", ele disse referindo-se às bombas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki. "E talvez façamos isso outra vez", disse com expressão de tristeza e constrangimento. "Esses são tempos perigosos", concluiu. Daniela Lima Transferência de Vorcaro para cela da PF divide STF José Fucs Rede e PSOL: nanicos no Congresso, 'tigrões' no STF Josias de Souza Língua e uma toga podem mudar os rumos da eleição Mônica Bergamo Vorcaro ficou 3 dias sem falar com ninguém em cela Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Cowboy empata com ex-brother e se torna maior campeão de provas do BBB Mãe de Virginia Fonseca mostra abdômen após cirurgias Castro exonera 11 secretários em meio a possível renúncia ao governo do RJ Marinheiro narra terror ao ter navio atingido no Estreito de Hormuz Uma língua e uma toga podem influenciar os rumos da eleição