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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: A matéria foca nas declarações do diretor de futebol do Flamengo sobre os planos futuros do clube, evidenciando uma perspectiva de grandeza e ambição para o time carioca.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: O Palmeiras é citado como um exemplo comparativo para ilustrar a dimensão do Flamengo, sem uma análise positiva ou negativa explícita sobre o time paulista.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Palmeiras Carrascal Brasil José Boto Shakhtar Donetsk João Victor Europa

Conteúdo Original

Esporte 'Mercado sul-americano é pequeno para o Flamengo': Boto indica planos Do UOL, em São Paulo 22/12/2025 16h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Diretor de futebol do Flamengo, José Boto concede entrevista exclusiva ao UOL Imagem: Reprodução / Canal UOL Com o fim da temporada, o Flamengo já começou a olhar para 2026. O mercado promete ser intenso, muito além do que é apresentado na América do Sul, pelo menos de acordo com José Boto, diretor de futebol do clube carioca. Assim, claramente, o mercado sul-americano é, neste momento, pequeno para aquilo que é a realidade do Flamengo, e para aquilo que é cultura do Flamengo. Isso não quer dizer que não haja, no Brasil, no Equador, na Argentina, jogadores com muito potencial, mas no Flamengo tens de trazer jogadores prontos logo, prontos para jogar, para a pressão que é, porque isso é outra coisa que influencia muito José Boto, em entrevista ao podcast "No Princípio era a Bola" Foco é a Europa Principal nome do futebol na diretoria do Flamengo, o português explicou que quer implementar uma cultura europeia na equipe. Para isso, precisa de jogadores com bagagem e experiência. Alexandre Borges Havaianas: paranoia de um lado e elitismo de outro Josias de Souza Se Viviane não fosse sua mulher, Moraes pediria PF Carlos Nobre Brasil se aproxima do colapso ambiental Joyce Pascowitch A estranha solidão dos bilionários: vidas sem paz? "Se você não lida bem com a pressão de um Maracanã cheio, de uma imprensa, todos os dias, agressiva, vai ter dificuldade. É óbvio que os jogadores com mais bagagem, com mais experiência, suportam isso melhor que outros. Mas além dessa ideia, há uma ideia também de trazer uma cultura mais europeia para dentro do clube. Quando falo dentro do clube, falo do futebol, que tem a ver também com aquilo que é o treino invisível, com o tempo que eles se dedicam a cuidar deles próprios", analisou. Foi apenas a primeira temporada de José Boto no Flamengo, mas ela terminou de maneira extremamente vitoriosa. O Rubro-Negro conquistou o Carioca, o Brasileiro, a Supercopa do Brasil e a Libertadores, além de ter chegado à final da Copa Intercontinental. Veja o que mais José Boto disse Utilização da base "O Palmeiras, apesar da grandeza, não tem a grandeza do Flamengo. Eu vou dar um exemplo: tivemos de fazer dois jogos com um miúdo de 2007 na defesa, que não teve mal, mas teve ali um ou dois deslizes, e mataram o garoto. Que é uma jovem promessa com potencial, chama-se João Victor. Vai ser um zagueiro top na Europa nos próximos, cinco, seis anos, mas ali queimaram, criticaram demais. Vai ser muito difícil aquele garoto voltar a jogar ali com um nível de confiança que um miúdo daquela idade precisa. E também temos de levar isso em linha de conta, e perceber que o mais correto não era ir buscar outro zagueiro, porque aquele tem um potencial enorme" Formação do elenco Não é só uma questão de que as pessoas não aceitam, é também perceber que, realmente, se calhar esse tipo de jogadores vão ter dificuldade... Vai tremer no Maracanã. Porque se você chega e tens logo uma imprensa negativa: 'esse não é jogador para o Flamengo', tens de ser muito forte mentalmente. Posso contar essa história porque mostra um pouco o perfil que tens que se adaptar. As mesmas razões que me fizeram não levar o Carrascal para o Shakhtar Donetsk, foram as mesmas razões que ir por ele para o Flamengo. Adaptação ao Brasil "O Brasil é muito forte no futebol. É uma fisiologia, preparação física, eles têm profissionais ótimos, tem uma escola muito forte com o pensamento que é deles, mas a parte técnica/tática não cresceu no mesmo ritmo. Então, essa coisa que anda à volta, que é acessória, que são batatas fritas e não o bife, o que anda à volta acaba por sobrepor o essencial. Tens a preparação física que te diz que para jogar no Brasil tem de aguentar 76 jogos, fazer 5 mil, 6 mil minutos, e que se calhar, aquele menino que é muito pequenino nunca vai conseguir isso, e depois não há contraponto por parte da técnica e tática, que deveria ser o treinador, que está mais evoluído Continua após a publicidade Relacionadas Festa do Corinthians tem pedidos de 'Fica Fabinho' e provocações a rivais Neymar passa por cirurgia para corrigir lesão no joelho e recebe alta 'Vamos buscar mais títulos': Presidente do Corinthians traça meta para 2026 [Campos de rua já não são os mesmo para scouting] Continuam a ser, mas tem de olhar com atenção. E quando digo sobre trazer as coisas da Europa, não estou a falar dessa parte, estou a falar de ter cuidado com a profissão, saber que hoje não é chegar ao treino e ir embora passada uma hora, há uma série de situações de treino invisível que tens de fazer, e isso está mais desenvolvido na Europa que no Brasil. Não é uma questão de perfil de jogador." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora SP tem máxima acima de 30ºC e pode ter recorde na véspera do Natal; veja quando calor dá trégua PF apreende R$ 800 mil com sócia de empresa fornecedora de hospitais em GO Governo Lula divulga que terceirizados do Planalto terão escala 5x2 O caso Havaianas expõe paranoia de um lado e elitismo de outro Sem filhos nem celular: o que Moraes determinou na internação de Bolsonaro