A Confederação Asiática de Futebol (AFC) confirmou, em reunião em Tóquio, o apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa, após divergências anteriores. O anúncio do xeque Salman bin Ebrahim al Khalifa ocorre meses depois de a AFC rejeitar, junto com Uefa e Concacaf, o plano de Infantino de abrir competições da Fifa a investidores privados. O texto detalha o cenário de apoios e críticas ao dirigente antes da eleição marcada para março.
A Confederação Asiática de Futebol (AFC) reverteu sua posição anterior e declarou apoio à reeleição de Gianni Infantino como presidente da Fifa nas eleições de 2027. A decisão, anunciada pelo presidente Sheikh Salman em reunião em Tóquio, ocorre após desentendimentos anteriores envolvendo críticas de AFC, Uefa e Concacaf à governança da Fifa. A Uefa, no entanto, ainda articula a saída de Infantino, que não tem adversário declarado para a eleição de março de 2027.
A Associação Suíça de Futebol (ASF) retirou o apoio a Gianni Infantino na disputa pela presidência da FIFA, cujas eleições ocorrem em março de 2027. A decisão decorre da crise gerada pelo plano fracassado do dirigente de abrir a entidade a investidores privados, que enfrentou forte oposição, principalmente na Europa. A UEFA, confederação europeia também sediada na Suíça, tem se mostrado crítica a Infantino desde o início da crise.
A Fifa acusou a Uefa de conduzir uma campanha de desinformação contra o presidente Gianni Infantino, em resposta a um pedido judicial da entidade europeia nos Estados Unidos. O conflito envolve uma queixa criminal na Suíça relacionada a um projeto abandonado de transferir os direitos comerciais da Copa do Mundo para a subsidiária Fifa Forward Enterprise. A Fifa também acusa a Uefa de tentar influenciar as eleições presidenciais da entidade, marcadas para o próximo ano, nas quais Infantino é o único candidato declarado.
A Fifa acusou a Uefa de orquestrar uma campanha de desinformação ao pedir acesso a documentos do projeto frustrado de venda de participações da Copa do Mundo a investidores privados, em carta enviada à Justiça da Flórida. O episódio intensifica a crise entre a Fifa e confederações como Uefa, Concacaf e AFC, que cobram reforma da governança da entidade. Infantino, único candidato à reeleição em 2027, abriu espaço para conversas sobre redistribuição de recursos.
A CBF enviou cartas à Fifa e à Uefa exigindo rigor nas investigações e punições exemplares para casos de racismo contra Vinicius Jr. A entidade brasileira destacou o apoio de Gianni Infantino e as diretrizes disciplinares das federações para combater a discriminação no futebol.
A Uefa não se oporá à proposta da Fifa de expandir o Mundial de Clubes para 48 participantes, com a entidade máxima do futebol europeu demonstrando maior flexibilidade. Essa aproximação entre os presidentes das duas organizações pode indicar uma relação mais próxima entre Infantino e Ceferin, apesar de tensões passadas.
A UEFA revelou a bola oficial da final da Champions League 2025/26, que será disputada em Budapeste. O design da bola, produzida pela Adidas, homenageia a capital húngara com elementos que misturam arquitetura histórica e modernidade, além de símbolos como leões e dragões.