🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Afc

Principal

Motivo: Relato factual da mudança de posição, com menção neutra a 'problemas no passado' e 'seguir em frente'

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Descrita como articulando a saída de Infantino, em tom informativo sem julgamento de valor

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Texto neutro quanto à entidade, focando na disputa política pela presidência

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

fifa copa do mundo uefa toquio marrocos gianni infantino concacaf rabat aleksander ceferin afc victor montagliani sheikh salman

Conteúdo Original

A Confederação Asiática de Futebol (AFC) voltou atrás e decidiu apoiar a candidatura de Gianni Infantino à reeleição como presidente da Fifa . Segundo o presidente da entidade, os países-membros apoiarão o suíço nas eleições de 18 de março de 2027. “Acredito que reafirmamos nosso compromisso total, naturalmente, de apoiá-lo e apoiar sua liderança enquanto busca um novo mandato como presidente da Fifa”, afirmou Sheikh Salman, presidente da AFC. Durante uma reunião da AFC em Tóquio, nesta sexta-feira, na qual declarou apoio a Infantino, Salman admitiu que a confederação teve "alguns problemas no passado" com o suíço de 56 anos. No entanto, ressaltou a importância de "seguir em frente". A mudança de posição não foi uma surpresa. No início de outubro, Sheikh Salman havia enviado uma carta a Infantino, compartilhada com os presidentes das demais confederações, sugerindo que avaliassem de forma construtiva a possibilidade de fortalecer os atuais mecanismos de governança da Fifa. Veja também: Todas as notícias da Gazeta Esportiva Canal da Gazeta Esportiva no YouTube Siga a Gazeta Esportiva no Instagram Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp Antes de declarar apoio a Gianni Infantino, a AFC havia se unido à Uefa e à Concacaf em críticas ao presidente da Fifa, em agosto. O principal motivo da insatisfação foi o projeto de vender participações nas competições da entidade, incluindo a Copa do Mundo, a investidores privados. Apesar das críticas a Infantino, os presidentes da Uefa, Aleksander Ceferin, e da Concacaf, Victor Montagliani, optaram por priorizar a permanência no comando de suas respectivas confederações. Ainda assim, a entidade europeia está empenhada em articular a saída do atual presidente da Fifa. O movimento da Uefa pode enfrentar dificuldades, já que Infantino ainda não tem nenhum adversário de peso declarado, às vésperas do prazo final de 18 de novembro para a apresentação das candidaturas. A eleição para presidente da Fifa será realizada em 18 de março de 2027, em Rabat, no Marrocos.