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O dia acordou no Rio de Janeiro com a promessa de mudar o mapa do futebol brasileiro: o Brasil sediará a Copa do Mundo de 2027 e Formiga, símbolo de gerações, chega aos bastidores como Diretora de Políticas de Futebol e de Promoção do Futebol Feminino no Ministério do Esporte [fonte 1]. O lançamento do Mundial, que ocorre hoje, acontece em um hotel de Copacabana [fonte 1]. Na madrugada de chegada, o voo de São Paulo para o Rio ficou marcado pela presença de ídolos do Santos, Pepe e Mengálvio, além de Formiga, compondo um cenário que mistura passado e futuro do futebol brasileiro [fonte 1]. Formiga, que já soma sete participações em Copas do Mundo entre homens e mulheres, relembra a época em que as mulheres precisavam usar papelão no lugar da caneleira e vestir o uniforme dos homens para jogar; hoje ela olha adiante e reforça que a Copa de 2027, a primeira disputada na América do Sul, pode provocar uma transformação real no país [fonte 1]. Ela carrega a ideia de que a evolução da seleção poderia ter sido maior se tivesse recebido investimentos desde o início; agora assume cargo de direção e leva consigo a memória de lutas que moldaram sua trajetória [fonte 1]. Para as atletas orientadas por Arthur Elias, Formiga não esconde o recado: “Meninas, se cuidem de todas as maneiras, o mental principalmente” — uma bússola para quem encara a Copa em casa e a pressão que vem junto com o palco de Copacabana [fonte 1]. Enquanto o lançamento se aproxima, a leitura é única: o Brasil não foi escolhido à toa; a FIFA reconhece a evolução do futebol feminino e o país parece mirar investimentos consistentes desde o começo, com 2027 cada vez mais próximo de se tornar um marco histórico [fonte 1]. Resumo da cobertura de ontem: Formiga encarna a ponte entre passado e futuro, o Brasil respira Copa e a torcida aguarda não apenas resultados, mas uma transformação cultural que torne o futebol feminino mais forte e visível. [fonte 1] [ ]