O Corinthians e a Caixa Econômica Federal assinaram um termo de confidencialidade para avançar nas negociações sobre a dívida da Neo Química Arena. O documento não representa perdão da dívida nem acordo definitivo, apenas permite troca de informações sob sigilo. O banco suspendeu temporariamente um depósito de cerca de R$ 30 milhões ligado ao fundo de reserva do financiamento.
A Caixa Econômica Federal admitiu, pela primeira vez, que negocia com o Corinthians a quitação da dívida de R$ 630 milhões da Neo Química Arena, com assinatura de termo de confidencialidade após reunião em Brasília. A proposta do clube envolve naming rights do estádio, hoje pertencentes à Hypera Pharma, além de outros produtos comerciais ao banco público. A dívida da Arena é apontada pela diretoria como principal motivadora da grave crise financeira do clube.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações para quitar a dívida da Neo Química Arena, assinando um termo de confidencialidade após reunião em Brasília. O acordo envolve possíveis naming rights do estádio, transferência de operações financeiras e anexação do programa Fiel Torcedor. O acordo final ainda deve demorar alguns dias, apesar do otimismo das partes.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre a dívida de aproximadamente R$ 640 milhões da Neo Química Arena. Na reunião em Brasília, com presença do ministro Guilherme Boulos e da Gaviões da Fiel, as partes assinaram um termo de confidencialidade para dar continuidade às tratativas. Uma das possibilidades discutidas é o uso dos naming rights do estádio, avaliados em cerca de R$ 70 milhões por temporada, como garantia para o pagamento da dívida.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal assinaram um termo de confidencialidade para avançar nas negociações sobre a dívida da Neo Química Arena. A reunião contou com a articulação do ministro Guilherme Boulos e a participação de representantes da Gaviões da Fiel. O documento não representa um acordo definitivo, mas permite troca de propostas sob sigilo, enquanto a Caixa concede um 'waiver' de cerca de R$ 30 milhões ao clube.