O Corinthians e a Caixa Econômica Federal assinaram um termo de confidencialidade para avançar nas negociações sobre a dívida da Neo Química Arena. O documento não representa perdão da dívida nem acordo definitivo, apenas permite troca de informações sob sigilo. O banco suspendeu temporariamente um depósito de cerca de R$ 30 milhões ligado ao fundo de reserva do financiamento.
O ministro Guilherme Boulos se reuniu com lideranças de mais de 30 torcidas organizadas e da Anatorg para discutir demandas dos torcedores, apresentadas em documento oficial. Entre as principais pautas está a alteração do artigo 178 da Lei Geral do Esporte, para individualizar punições por infrações cometidas por torcedores. O documento também propõe medidas de combate à violência contra a mulher, ao racismo e a criação do Dia Nacional das Torcidas Organizadas.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações para quitar a dívida da Neo Química Arena, assinando um termo de confidencialidade após reunião em Brasília. O acordo envolve possíveis naming rights do estádio, transferência de operações financeiras e anexação do programa Fiel Torcedor. O acordo final ainda deve demorar alguns dias, apesar do otimismo das partes.
Por Luciano Borges e João Felippe França em 2026-10-16
Corinthians e Caixa Econômica Federal avançam em negociações para quitar a dívida de cerca de R$ 660 milhões da Neo Química Arena, com assinatura de termo de confidencialidade. O acordo, descrito como 'solução inovadora e definitiva', contou com participação do ministro Guilherme Boulos e discute alternativas como a Caixa assumir os naming rights do estádio. A expectativa é de conclusão das tratativas em duas ou três semanas.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre a dívida de aproximadamente R$ 640 milhões da Neo Química Arena. Na reunião em Brasília, com presença do ministro Guilherme Boulos e da Gaviões da Fiel, as partes assinaram um termo de confidencialidade para dar continuidade às tratativas. Uma das possibilidades discutidas é o uso dos naming rights do estádio, avaliados em cerca de R$ 70 milhões por temporada, como garantia para o pagamento da dívida.
O Corinthians e a Caixa Econômica Federal avançaram nas negociações sobre a dívida de aproximadamente R$ 630 milhões da Neo Química Arena. As partes assinaram um termo de confidencialidade em reunião que contou com o ministro Guilherme Boulos, o presidente Osmar Stabile e a torcida organizada Gaviões da Fiel. Entre as propostas estão a assunção dos naming rights pelo banco e a criação de títulos de capitalização vinculados ao programa Fiel Torcedor.