O artigo critica a privatização de clubes de futebol através do modelo de SAF (Sociedade Anônima do Futebol), exemplificando com o caso do Botafogo sob o comando de John Textor. A autora argumenta que essa privatização retira a democracia dos clubes e que os métodos de gestão de Textor, apesar de terem levado a conquistas recentes, são questionáveis e foram alertados previamente.