Carlos Belmonte, ex-diretor de futebol do São Paulo, explicou em entrevista que antecipou sua saída para blindar o elenco e a diretoria após a goleada contra o Fluminense. Ele reafirmou seu apoio à gestão de Julio Casares e mencionou que seu grupo político permanecerá na coalizão até o fim do mandato, mas não descarta uma futura candidatura à presidência do clube.
Carlos Belmonte, ex-diretor de futebol do São Paulo, detalha os motivos de sua saída, incluindo a presença de Márcio Carlomagno no futebol e divergências sobre investimentos. Ele também explicou a polêmica frase sobre vendas de atletas, afirmando que foi "combinada" para valorizar os jogadores, e abordou a questão dos atrasos de imagem e a relação com o presidente Julio Casares.
Carlos Belmonte, ex-diretor de futebol do São Paulo, afastou a possibilidade de disputar a presidência do clube em um futuro próximo, priorizando a família. Ele admitiu que pode avaliar o cenário eleitoral no futuro, caso seja procurado por seus pares. A saída de Belmonte do cargo foi marcada por desgaste político com o presidente Julio Casares e divergências sobre a presença de Marcio Carlomagno no CT.
Carlos Belmonte, ex-diretor de futebol do São Paulo, criticou o plano do presidente Julio Casares para a redução da dívida do clube. Belmonte argumenta que não é possível obter resultados esportivos sem investimento em contratações, citando Palmeiras e Flamengo como exemplos de sucesso com maior aporte financeiro. Ele discorda da priorização da redução da dívida a todo custo, defendendo um projeto que envolva um time competitivo.
Carlos Belmonte pediu demissão do cargo de diretor de futebol do São Paulo por meio de uma mensagem no WhatsApp. Sua saída ocorreu após uma goleada sofrida pela equipe e envolveu conversas com o presidente Julio Casares e despedidas de outros membros da diretoria e jogadores.
Com a saída de Carlos Belmonte e seus adjuntos, o São Paulo planeja conceder maior autonomia a Rui Costa na gestão do futebol em 2026. Essa mudança visa centralizar o planejamento e a tomada de decisões sob a liderança de Rui Costa, que já exerceu funções semelhantes em clubes anteriores. A saída de Belmonte também é vista como um movimento eleitoral, pois ele é candidato à presidência do clube.
Carlos Belmonte, diretor de futebol do São Paulo, pediu demissão do cargo nesta sexta-feira. A decisão ocorreu após a histórica goleada por 6 a 0 sofrida para o Fluminense no Maracanã. Outros dois adjuntos também deixaram seus postos, e o presidente do clube concederá entrevista coletiva.
O São Paulo anunciou a saída de Carlos Belmonte, diretor de futebol do clube, e de outros dois diretores após uma goleada sofrida. A decisão tem efeito imediato, mas o executivo Rui Costa e o coordenador Muricy Ramalho permanecem no comando do futebol.
Carlos Belmonte se despediu do São Paulo após cinco anos no clube, um ciclo marcado por três títulos e cinco finais. O dirigente expressou emoção ao deixar o cargo e indicou que voltará a se dedicar à família, sem confirmar se concorrerá à presidência em 2026.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, comentou sobre a possível candidatura de Carlos Belmonte à presidência do clube, mas considerou o momento 'precoce'. Casares destacou que ainda há um processo desafiador pela frente e que as discussões eleitorais serão definidas posteriormente, afastando a ideia de ter um candidato específico no momento. A saída de Belmonte do departamento de futebol foi atribuída a divergências e uma adequação necessária para o fortalecimento do clube.
O presidente do São Paulo, Julio Casares, classificou o momento do clube como 'desastroso' após a goleada sofrida para o Fluminense. Ele anunciou mudanças no departamento de futebol, com Rui Costa e Muricy Ramalho assumindo novas funções, e reconheceu a necessidade de acelerar reformas. Casares também falou sobre a responsabilidade coletiva na crise, o futuro de Hernán Crespo e a saída de Carlos Belmonte.