O artigo discute a transição de clubes associativos para a estrutura de Sociedade Anônima do Futebol (SAF), enfatizando que a mudança de natureza jurídica não resolve automaticamente os problemas. O autor ressalta a importância de alinhar interesses de torcedores e investidores, garantir regulamentação e transparência, e a necessidade de uma governança sólida.