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Análise dos Times

Clubes

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Motivo: A matéria foca nas regras gerais que afetarão todos os clubes, sem favorecer ou desfavorecer um time específico.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

CBF Bahia clubes Red Bull fair play financeiro dívidas Recuperação Judicial

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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte CBF já começa a monitorar contas de clubes e punir calote em 2026 Rodrigo Mattos Colunista do UOL 11/11/2025 15h47 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Reunião do grupo de trabalho do fair play financeiro Imagem: Rafael Ribeiro/CBF A CBF apresentou aos clubes o esboço final do sistema do seu Fair Play financeiro. Pelo modelo, a confederação já começa a fiscalizar calotes de dívidas e monitorar as contas dos clubes em 2026. Ainda serão feitos alguns ajustes e possivelmente incorporadas sugestões feitas pelo clube. Mas o modelo básico está pronto. O primeiro ponto é o tratamento para dívidas novas, feitas a partir de 2026. Como já publicado no blog, e no "Finanças do Esporte", o pagamento desses débitos será verificado já a partir de janeiro do próximo ano. Haverá três datas de checagens (março, julho e novembro). Juca Kfouri A ótima proposta do Fla para o fair play financeiro Mariana Barbosa Requerimento tenta ligar Master à CPMI do INSS Ana Carolina Amaral ONG alemã usa chocolate para pedir verba ao TFFF PVC Santos pega fogo um ano antes da eleição E os clubes inadimplentes já estarão submetidos a penas ainda que brandas. A fiscalização de pagamentos de débitos antigos - feitos antes de 2026 - será feita a partir de novembro do próximo ano. Ou seja, os clubes terão 11 meses para reestruturar suas dívidas a ponto de não se tornarem inadimplentes. Ao mesmo tempo, a CBF vai passar a monitorar as contas dos clubes para verificar índices financeiros, como déficit ou superávit, dívida de curto prazo, custos do futebol em relação a receitas. Mas as punições só começarão a ocorrer em 2028. Uma das obrigações é de manter um déficit zero ou superávit, isto é, situação de equilíbrio entre receitas e despesas. Mas no cálculo não serão consideradas alguns tipos de gastos como infraestrutura, em futebol feminino e na base. Haverá limitações para clubes em Recuperação Judicial - processo para pagamento coletivo das dívidas na Justiça. Nesta situação, times terão de manter a folha salarial igual ao período anterior à RJ pelos próximos três meses. E, na janela de transferência, precisarão ter lucro. Não haverá limites para aportes de investidores, casos como Bahia e Red Bull, cujos principais sócios fazem aportes (via patrocínio ou diretos) para cobrir prejuízos. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Inédito, tubarão laranja encontrado por pescadores tem anomalias raríssimas Doc de Galisteu sobre namoro com Senna é aula de respeito e perseverança Cientistas acham pista para desvendar misteriosa 'faixa de buracos' no Peru Diretor da PF: 'Aprovar texto do PL de Derrite levaria a caos jurídico' Delegado que investigou queda de balão é demitido; defesa cita 'retaliação'