Conteúdo Original
Futebol MP volta a pedir prisão em regime fechado para o goleiro Bruno, foragido há 20 dias 27/03/2026 20h05 Deixe seu comentário Goleiro Bruno dá entrevista no intervalo de Vasco-AC x Velo Clube, jogo da Copa do Brasil Imagem: Reprodução/YouTube O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) voltou a se manifestar no processo que determinou a regressão do regime de prisão do goleiro Bruno Fernandes. O atleta de 41 anos está foragido desde o último dia 5, quando a Justiça fluminense revogou a liberdade condicional dele. Em ofício assinado na quinta-feira, 26, o promotor Fernando Martins Costa voltou a pedir que, quando encontrado, o goleiro seja encaminhado para um presídio em regime fechado. A defesa de Bruno optou por não se manifestar. Ele foi condenado a 22 anos e um mês de reclusão pelo homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal de Eliza Samudio. Nas últimas semanas, a Polícia Civil fluminense divulgou um cartaz em que o goleiro aparece como procurado pelas forças de segurança. Desde o começo do mês, Bruno, que era ativo nas redes sociais divulgando treinos e o "Jogo do Tigrinho", apagou os perfis. Juca Kfouri Seleção como candidata, não mais como favorita Josias de Souza CPMI do INSS termina em ritmo de boteco Sakamoto Relatório final da CPMI não mira os fatos, mas as urnas Milly Lacombe Não estamos preparados para o hexa O Ministério Público do Rio de Janeiro alega que Bruno tinha de manter seu endereço atualizado perante a Justiça, ficar em casa no período das 22h às 6h e aos domingos e feriados, além de estar proibido de sair do Rio sem autorização judicial. De acordo com o MP, no entanto, nos últimos três anos o goleiro não manteve seu endereço atualizado e frequentou lugares em horários não autorizados. Cita como exemplo um jogo no estádio do Maracanã no mês passado, quando ele foi, como torcedor, acompanhar a partida do Flamengo contra o Internacional, pelo Brasileirão. Bruno, inclusive, registrou a presença em seu Instagram. O MP lembra ainda que Bruno viajou para outros Estados da federação sem autorização judicial. Bruno foi preso em 2010 pelo assassinato de Eliza Samudio. Eliza teria cobrado o reconhecimento de paternidade do filho que teve com o jogador, então no Flamengo. Bruno ordenou que comparsas matassem Eliza. O corpo da modelo nunca foi encontrado e o crime só foi descoberto devido a uma delação. A condenação aconteceu em 2013. Bruno conseguiu um habeas corpus, em fevereiro de 2017, no Supremo Tribunal Federal ( STF ). Dois meses depois, porém, a Corte voltou a julgá-lo e o reconduziu à prisão. Em 2019, Bruno teve determinada a progressão de pena para o regime semiaberto (em que dormia na penitenciária). Foi quando ele voltou a jogar futebol, pelo Boa Esporte, de Varginha (MG), que na época estava na Série C do Campeonato Brasileiro. Foi em 2023 que houve a progressão do semiaberto para liberdade condicional. Entre 2020 e 2026, Bruno passou por Poços de Caldas (MG), Rio Branco (AC), Atlético Carioca (RJ), Búzios (RJ), Orion (time de várzea de São Paulo), União do Bom Destino (ES) e Capixaba (ES). Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Transmissão ao vivo do amistoso Argentina x Mauritânia: veja onde assistir Anjo Solange Couto indica Milena e Ana Paula para o 11º Monstro do BBB 26 Como funciona o novo drone chinês que voa batendo asas como um pássaro Lotofácil sorteia prêmio estimado de R$ 2 milhões; confira os números Cantor Bruno Mafra é condenado por abuso sexual contra as duas filhas