A Justiça Desportiva decidiu por unanimidade contra a elegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua participação no Osasco. A decisão decorre da nova política da CBV, que adota regras do COI exigindo teste genético negativo para o gene SRY. A defesa da atleta afirma que recorrerá ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e à Justiça comum.
Por Gustavo Riguetti, Leonardo Martins em 2026-10-23
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, revogar a liminar que garantia a participação da atleta trans Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, impedindo-a de jogar a Superliga pelo Osasco. A decisão decorre da nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI, que exige teste genético negativo para o gene SRY. O Osasco entra em quadra neste sábado contra o Mackenzie, pela segunda rodada da Superliga Feminina.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu sofreu dupla derrota na Justiça e está impedida de disputar a Superliga feminina pelo Osasco. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que permitia sua participação, enquanto o STJD negou o mandado de garantia impetrado pela defesa da atleta. A decisão está ligada à nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI e à FIVB, que exige o teste do gene SRY e exclui atletas trans das competições nacionais.
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, pela inelegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga. A decisão se baseia em uma nova política de elegibilidade que utiliza a triagem do gene SRY. A atleta ainda pode recorrer à Justiça comum para tentar reverter o entendimento e garantir sua continuidade nas partidas.
A oposta Tifanny Abreu celebra a liminar da Justiça que garantiu sua participação na final da Supercopa, após a CBV vetar atletas transgênero com uma nova regra de elegibilidade baseada em teste genético. O Osasco venceu o Praia Clube por 3 a 0 e conquistou o título da Supercopa feminina de vôlei, com Tifanny como uma das destaques. Emocionada, a atleta desabafou sobre a necessidade de lutar diariamente para se provar dentro e fora de quadra e prometeu continuar lutando pelo direito de disputar a Superliga.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que determina a participação da oposta Tifanny Abreu na Supercopa e na Superliga de vôlei, sob pena de multa à CBV. A federação havia barrado o registro da atleta após mudar a política de elegibilidade para atletas transgênero. A defesa da jogadora comemorou a decisão e o caso seguirá sendo julgado pelo STJD.
A oposta Tifanny Abreu, do Osasco, obteve liminar na Justiça para disputar competições da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A decisão permite sua participação na Supercopa contra o Praia Clube e vale também para a temporada 2026-27 da Superliga. O caso envolve as novas regras de elegibilidade da CBV, que aderiu à política do COI restringindo a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino.
A oposta Tifanny Abreu, atleta trans de 41 anos do Osasco, acionou a Justiça comum após não ter sua inscrição liberada pela CBV para competições nacionais de vôlei. A Justiça Desportiva negou uma liminar, e a equipe jurídica da jogadora recorreu ao STJD e protocolou novo pedido de liminar na Justiça comum. A nova regra de elegibilidade da CBV, alinhada à política do COI, restringe a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino, impactando diretamente a carreira de Tifanny.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu recorrerá à Justiça comum após ter negado pedido de liminar no STJD, na tentativa de derrubar o veto da CBV que a impede de disputar a Supercopa do Brasil e a Superliga Feminina 2026/27. A CBV passou a exigir comprovante de sexo biológico feminino por meio do exame do gene SRY, em alinhamento com o COI e a FIVB. A defesa da atleta, que joga no Osasco, argumenta que a medida impede o exercício de sua profissão.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu obteve uma liminar na Justiça comum do Rio de Janeiro que a libera para atuar pelo Osasco contra o Praia Clube na Supercopa Feminina. A decisão saiu após o pedido dela ser negado pela Justiça Desportiva, já que a CBV passou a exigir, desde agosto, exame do gene SRY para elegibilidade na categoria feminina. A mudança da CBV segue a nova política do Comitê Olímpico Internacional que proíbe atletas transgêneros e intersexo.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que libera a participação da central trans Tifanny Abreu, do Osasco, na Supercopa Feminina e na Superliga 2026/27 de vôlei. A decisão suspende os efeitos da nova política de elegibilidade da CBV, baseada no gene SRY, e impede punições ao clube pela escalação da atleta. A liminar vale até deliberação judicial definitiva.
A CBV publicou nota oficial informando que buscará reverter, via recursos judiciais, a liminar da Justiça do Rio de Janeiro que libera Tifanny Abreu para disputar a Supercopa e a Superliga Feminina. A jogadora do Osasco, única atleta transgênero da elite do vôlei nacional, será titular contra o Praia Clube. A defesa da atleta argumenta direito adquirido, pois ela atua regularmente no Brasil há cerca de cinco anos.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu, de 41 anos, confirmou que se aposentará ao final da temporada atual. Liberada pela Justiça do Rio de Janeiro pouco antes da partida, ela foi titular e eleita a melhor do torneio na conquista da Supercopa pelo Osasco, que venceu o Praia Clube por 3 sets a 0. A CBV anunciou que recorrerá da decisão judicial que garante a participação da atleta nas competições.
A defesa da oposta Tifanny Abreu protocolou um mandado de garantia com pedido de liminar no STJD do Voleibol para tentar garantir sua participação na final da Supercopa pelo Osasco, após a CBV indeferir a elegibilidade da atleta. O advogado Luis Fernando Novaes sustenta que a jogadora possui direito adquirido por atuar há cinco anos no vôlei brasileiro e promete recorrer à Justiça Comum em caso de demora no julgamento. O artigo também retoma episódios anteriores de exclusão da atleta, incluindo decisões da FIVB e uma lei municipal de Londrina suspensa pelo STF.
A temporada 2026-27 do vôlei brasileiro começa com a final da Supercopa entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, marcada pela indefinição sobre a situação de Tifanny Abreu. As novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a participação de atletas trans na categoria feminina, impedem a escalação da jogadora pelo Osasco, que promete medidas jurídicas. A reportagem relata que a CNN Brasil buscou posições dos envolvidos, sem retorno até o momento.
Tifanny Abreu, aos 41 anos, lidera o Osasco na conquista do 19º título do Campeonato Paulista feminino de vôlei sobre o Sesi-Bauru, no que pode ter sido seu último jogo profissional. A atleta transgênero evita falar em despedida e promete lutar, inclusive recorrendo à Justiça, para disputar a Superliga antes de se aposentar. A CBV mudou a política de elegibilidade para competições nacionais femininas, seguindo regras do COI, impedindo a participação de mulheres transgênero.
Por Beatriz Cesarini, José Renato Ambrósio e Wesley Felix em 2026-10-01
A oposta Tifanny Abreu desabafou no lançamento da Superliga 2026/27 sobre a nova regra da CBV que impede a participação de atletas trans no vôlei feminino e cogita acionar a Justiça para continuar jogando. O técnico Luizomar revelou que a mudança no protocolo do evento a prejudicou e confirmou que o Osasco avaliará medidas jurídicas. Já o presidente da CBV, Radamés Lattari, afirmrou que a entidade manterá o alinhamento com a política de elegibilidade do COI.
A ponteira trans Tifanny Abreu desabafou em coletiva durante a COB Expo sobre a proibição imposta pela CBV que impede mulheres trans de disputarem competições de vôlei feminino, como a Superliga. A atleta do Osasco disse estar esgotada, acabada e humilhada, mas mantém esperanças de obter autorização para jogar a competição nacional que começa em 17 de outubro. Ela reclamou de ser tratada como 'bandida' e defendeu que merece o direito de atuar em quadra.