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Rebaixado à Superliga B, o Tijuca Tênis Clube se reestrutura para buscar o retorno e a permanência na elite do voleibol feminino. O clube anunciou o experiente Marcos Miranda como novo treinador, encaminhou a contratação das atletas Joseline Landeros e Nicoll Torres Tegue e reforçou as parcerias com o Supermercado Zona Sul e o Grupo SADA.
A Supercopa Italiana de vôlei feminino terá duelo brasileiro na final, com Gabi Guimarães defendendo o Conegliano e Júlia Bergmann o Scandicci. O Conegliano chega como favorito, líder invicto no Campeonato Italiano e em busca do nono título da Supercopa, enquanto o Scandicci busca sua primeira conquista. A decisão acontece em Bari, na Itália, e vale o primeiro troféu da temporada 2026/2027.
O Minas venceu o Brusque por 3 sets a 2 na abertura da Superliga feminina de vôlei, na Arena UniBH, em Belo Horizonte. Após abrir 2 a 0, o time mineiro viu o Brusque reagir com Camila Mesquita, mas fechou a vitória no tie-break com Jheovana. Thaisa foi eleita a melhor jogadora em quadra por votação popular.
A temporada nacional do vôlei feminino começa com a Supercopa Feminina, disputada em jogo único entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, às 21h, no ginásio Castelinho, em São Luís (MA). O Praia Clube chega como campeão da Superliga e do Campeonato Mineiro, enquanto o Osasco é campeão da Copa Brasil e do estadual paulista. Técnicos e o presidente da CBV destacam a importância da partida como abertura da temporada 2026-2027.
O Osasco venceu o Praia Clube por 3 sets a 0 (parciais de 25/22, 25/21 e 25/21) e conquistou a Supercopa de vôlei feminino pelo segundo ano consecutivo. A decisão foi disputada no Ginásio Castelinho, em São Luís (MA), com destaque para a ponteira Magdalena Stysiak e a oposta Tifanny, premiada com o VivaVôlei após atuar por liminar judicial. Com o título, o Osasco se prepara para a estreia na Superliga contra o Brasília, enquanto o Praia Clube enfrenta o Pinheiros.
O artigo destaca três jovens promessas do vôlei feminino brasileiro que buscam espaço na Superliga 2026/27, que começa no sábado (17). Mikaela (Sesc RJ Flamengo), Giovana Guimarães (Minas) e Isabella Rocha têm chances ampliadas por lesões de titulares e mudanças técnicas. O texto apresenta o contexto de cada atleta e por que merecem atenção na temporada.
O artigo informa os detalhes da final da Supercopa feminina de vôlei entre Praia Clube e Osasco, que abre a temporada 2026/27 do vôlei nacional. A partida acontece nesta sexta-feira (16), às 21h, no Ginásio Castelinho, em São Luís (MA), com transmissão do Sportv 2 e GeTV. O texto traz o retrospecto dos times, que chegam com títulos estaduais conquistados.
O Osasco enfrenta o Praia Clube na final da Supercopa de vôlei feminino, nesta sexta-feira às 21h (de Brasília), no ginásio Castelinho, em São Luís, buscando o bicampeonato da competição. O time paulista chega embalado pela conquista do Campeonato Paulista, obtida três dias antes sobre o Sesi Bauru em Golden Set. O técnico Luizomar destaca a decisão como oportunidade para avaliar o elenco remodelado logo no início da temporada 2026/2027.
O técnico José Roberto Guimarães desabafa sobre os sucessivos vices da Seleção Brasileira feminina de vôlei, incluindo a derrota na final da Liga das Nações para a Turquia, e destaca o impacto das lesões na temporada. Ele alerta para problemas estruturais na formação de atletas no Brasil, defendendo o fortalecimento da base escolar e revelando os sacrifícios financeiros para manter seu projeto em Barueri.
Tifanny Abreu, aos 41 anos, lidera o Osasco na conquista do 19º título do Campeonato Paulista feminino de vôlei sobre o Sesi-Bauru, no que pode ter sido seu último jogo profissional. A atleta transgênero evita falar em despedida e promete lutar, inclusive recorrendo à Justiça, para disputar a Superliga antes de se aposentar. A CBV mudou a política de elegibilidade para competições nacionais femininas, seguindo regras do COI, impedindo a participação de mulheres transgênero.
O Osasco conquistou o Campeonato Paulista de vôlei feminino pela 19ª vez ao vencer o Sesi Bauru por 25 a 21 no golden set, na Arena Paulo Skaf, em Bauru. A decisão foi marcada por equilíbrio, com cada equipe vencendo um jogo, e Tifanny se destacou com 28 pontos no jogo decisivo. Com o título, os clubes voltam as atenções para a Supercopa e a Superliga Feminina 2026/27.
O Fluminense foi vice-campeão do Campeonato Carioca feminino de vôlei após perder por 3 sets a 0 para o Sesc RJ Flamengo. A central Ariane avaliou os erros da equipe na final e destacou que o confronto servirá de aprendizado para a estreia do time na Superliga contra o Londrina. O Sesc Flamengo conquistou seu 21º título estadual.
O técnico José Roberto Guimarães explica como a Seleção Brasileira feminina de vôlei lida com a pausa da levantadora Macris, que está grávida, e busca novas opções para o ciclo olímpico de Los Angeles 2028. Em entrevista exclusiva, ele destaca o papel estratégico da Seleção B e da Liga das Nações como laboratório para testar atletas e avaliar o elenco principal. A reportagem também aborda o uso de tecnologia, como o sistema KINEXON e um projeto de Inteligência Artificial, para prevenir lesões e monitorar o desempenho das jogadoras.
O Instituto Capixaba conquistou por antecipação o acesso à Superliga B de vôlei feminino, mas foi derrotado por 3 sets a 0 pelo BNB Rede Clube na fase final da Superliga C, encerrando o torneio na quarta colocação. Com a vitória, o BNB, jogando em casa em Fortaleza, ficou com o título da competição. Vila Nova-GO e Napoli-SC completaram os times que garantiram acesso à Superliga B.
Giovana, titular do Sesc Flamengo, analisa a disputa saudável por posição no levantamento com Vivian após o título do Campeonato Carioca sobre o Fluminense. A equipe rubro-negra venceu por 3 sets a 0 e agora se volta para a estreia na Superliga contra o Barueri. O artigo destaca também a convocação de Vivian para a Seleção Brasileira e o título sul-americano.
Acompanhamento ao vivo do jogo de volta da final do Campeonato Paulista feminino de vôlei entre Sesi Bauru e Osasco, na Arena Paulo Skaf. Após vencer o jogo de ida por 3 a 2, o Osasco busca o título, enquanto o Sesi Bauru, atual campeão, precisa vencer e forçar o golden set. A matéria traz escalações, histórico das equipes na competição e atualização parcial do placar (2 x 1).
O Sesc RJ Flamengo venceu o Fluminense por 3 sets a 0 (25/18, 25/21 e 25/23) e conquistou o Campeonato Carioca feminino de vôlei pela 21ª vez. Simone Lee foi a destaque da equipe rubro-negra, enquanto Gabi Martins se destacou pelo lado tricolor. Ambas as equipes agora direcionam o foco para a Superliga.
O Praia Clube venceu o Minas por 3 sets a 2, em partida equilibrada decidida no tie-break, e conquistou o título do Campeonato Mineiro de vôlei feminino pela 10ª vez. A final foi disputada na Arena UniBH, em Belo Horizonte. Além disso, o Brasília ficou com o terceiro lugar ao derrotar o Mackenzie.
Osasco São Cristóvão Saúde e Sesi Vôlei Bauru disputam a final do Campeonato Paulista feminino de vôlei, com o primeiro jogo (ida) nesta sexta-feira às 21h30, no Ginásio José Liberatti, em Osasco, com transmissão do SporTV 2. Osasco, maior campeão estadual com 18 títulos, tenta voltar ao topo após ficar fora da final no ano passado, enquanto o invicto Sesi Bauru busca o tetracampeonato em sua terceira final consecutiva. A decisão será em jogos de ida e volta, em melhor de cinco sets, com golden set de 25 pontos em caso de empate.
O Campeonato Mineiro de vôlei feminino começa nesta quinta-feira (8) na Arena UniBH, em Belo Horizonte, com quatro equipes em disputa. O Praia Clube pode conquistar seu 10º título estadual e igualar o Minas em número de troféus. Minas e Praia são os favoritos e se enfrentam na última rodada, em jogo que provavelmente definirá o título.
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