A oposta Tifanny Abreu publicou mensagem nas redes sociais reafirmando o desejo de continuar no vôlei, em meio à decisão da Justiça Desportiva que a proibiu de disputar competições organizadas pela CBV. A atleta havia obtido liminar que permitiu sua participação na Supercopa, onde marcou 15 pontos e conquistou o título pelo Osasco, mas a autorização foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A defesa da jogadora informou que pretende recorrer à Justiça comum.
A oposta Tifanny se manifestou publicamente pela primeira vez após a Justiça Desportiva vetar a liminar que lhe permitia disputar competições nacionais de vôlei. A decisão, divulgada em 23 de outubro, impede sua participação na Superliga Feminina e em outras competições organizadas pela CBV. A atleta, primeira transexual a atuar no vôlei feminino brasileiro, afirmou que seguirá lutando para retornar às quadras.
A oposta Mari Brambilla, do Osasco, sofreu uma grave lesão no pé direito ao cair em quadra após um ataque na vitória por 3 a 1 sobre o Mackenzie pela Superliga feminina de vôlei. A jogadora de 26 anos deixou o ginásio de maca, aplaudida pelo público, e fará exames de imagem para definir a gravidade da lesão. Ela é uma das substitutas de Tifanny, primeira atleta transgênero da Superliga, impedida de seguir na competição após decisão judicial.
A ex-jogadora Fabiana Claudino, bicampeã olímpica pelo vôlei, critica a falta de reconhecimento e apoio às atletas no Brasil. Ela comenta o caso da oposta Tifanny, impedida de jogar no país pela Confederação Brasileira de Vôlei, e defende que o mínimo seria acolher a atleta. A ex-atleta relembr sua trajetória com títulos como os ouros olímpicos de Pequim-2008 e Londres-2012.
A Justiça Desportiva baneu, por unanimidade, a jogadora Tifanny Abreu das competições organizadas pela CBV, e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga feminina de vôlei. A defesa da atleta pretende recorrer da decisão judicial. O caso ocorre às vésperas do jogo entre Osasco e Mackenzie pela segunda rodada da competição.
O Sesc RJ Flamengo estreou com vitória na Superliga feminina de vôlei 2026/27, vencendo o Barueri por 3 a 0 no Tijuca Tênis Clube. Também venceram Osasco (contra o Brasília) e Sesi Bauru (contra o Mackenzie). A matéria destaca ainda a liberação judicial da oposta transgênero Tifanny para atuar pelo Osasco.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu e o Osasco Vôlei entraram na Justiça para garantir a participação da atleta na Supercopa e na Superliga, após a CBV negar seu registro devido à nova política de elegibilidade que impede atletas trans em competições femininas. A Justiça Desportiva negou a liminar inicial, e a defesa recorreu ao STJD e à Justiça comum. O artigo também retrata os desabafos públicos de Tifanny e o apoio de outras atletas ao seu caso.
O Osasco São Cristóvão Saúde venceu o Dentil Praia Clube por 3 sets a 0 e conquistou o título da Supercopa Feminina de vôlei, disputada em São Luís (MA). A oposta Tifanny, escalada como titular após conseguir uma liminar na Justiça para atuar em competições da CBV, foi um dos destaques da final com 15 pontos. Esta foi a segunda conquista do Osasco na história do torneio, enquanto o Praia Clube permanece como maior vencedor, com quatro títulos.
O Osasco conquistou o título da Supercopa feminina de vôlei ao vencer o Praia Clube por 3 sets a 0, em São Luís (MA). A partida marcou a volta de Tifanny às quadras, liberada pela Justiça minutos antes do jogo, após a CBV ter proibido atletas trans em competições nacionais. Com 15 pontos e o prêmio de melhor em quadra, a atleta pode ter disputado seu último jogo caso a entidade consiga reverter a decisão judicial.
Tifanny Abreu e o Osasco recorreram à Justiça comum após o STJD negar liminar que permitiria a participação da oposta na Supercopa Feminina e na Superliga. A CBV manteve a inscrição da atleta como pendente após implementar critérios de elegibilidade baseados em diretrizes do COI, incluindo exame genético. O caso se desenrola às vésperas da decisão da Supercopa contra o Dentil Praia Clube e do início da Superliga.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar provisória que libera a jogadora transgênero Tifanny Abreu para disputar a Supercopa e a Superliga de vôlei nesta temporada. A decisão foi obtida após a defesa da atleta acionar o STJD e se baseia no argumento de direito adquirido, já que ela atua no vôlei brasileiro há cerca de cinco anos. Caso sua participação seja impedida, a CBV poderá ser multada em R$ 5.000 por partida.
O Osasco venceu o Praia Clube por 3 sets a 0 (parciais de 25/22, 25/21 e 25/21) e conquistou a Supercopa de vôlei feminino pelo segundo ano consecutivo. A decisão foi disputada no Ginásio Castelinho, em São Luís (MA), com destaque para a ponteira Magdalena Stysiak e a oposta Tifanny, premiada com o VivaVôlei após atuar por liminar judicial. Com o título, o Osasco se prepara para a estreia na Superliga contra o Brasília, enquanto o Praia Clube enfrenta o Pinheiros.
Cobertura ao vivo da Supercopa feminina de vôlei entre Praia Clube e Osasco, jogo único que abre a temporada 2026/27 do vôlei nacional. A partida acontece às 21h no Ginásio Castelinho, em São Luís (MA), com transmissão do Sportv 2 e GeTV. O Praia Clube é o maior campeão da Supercopa, enquanto o Osasco defende o título.
O Osasco conquistou o Campeonato Paulista de vôlei feminino pela 19ª vez ao vencer o Sesi Bauru por 25 a 21 no golden set, na Arena Paulo Skaf, em Bauru. A decisão foi marcada por equilíbrio, com cada equipe vencendo um jogo, e Tifanny se destacou com 28 pontos no jogo decisivo. Com o título, os clubes voltam as atenções para a Supercopa e a Superliga Feminina 2026/27.
O Osasco conquistou o Campeonato Paulista feminino de vôlei ao vencer o Sesi Bauru no golden set por 25 a 21, após derrota por 3 sets a 1 no jogo de volta em Bauru. A ponteira Tifanny foi o destaque da equipe, que levantou a taça pela 19ª vez, isolando-se como maior vencedor do estadual. Osasco agora encara o Praia Clube na final da Supercopa, enquanto o Sesi Bauru estreia na Superliga contra o Mackenzie.
Acompanhamento ao vivo do jogo de volta da final do Campeonato Paulista feminino de vôlei entre Sesi Bauru e Osasco, na Arena Paulo Skaf. Após vencer o jogo de ida por 3 a 2, o Osasco busca o título, enquanto o Sesi Bauru, atual campeão, precisa vencer e forçar o golden set. A matéria traz escalações, histórico das equipes na competição e atualização parcial do placar (2 x 1).
O Osasco venceu o Sesi Bauru de virada, por 3 a 2 no tie-break, no primeiro jogo da final do Campeonato Paulista feminino de vôlei. Com o resultado no Ginásio José Liberatti, a equipe de Luizomar de Moura precisa de mais uma vitória para conquistar o título estadual. A segunda partida acontece na próxima terça-feira, na Arena Paulo Skaf, em Bauru, quando o Sesi tentará forçar o golden set.
Osasco venceu o Pinheiros por 3 sets a 0 no jogo de ida da semifinal do Campeonato Paulista Feminino de Vôlei 2026. Com destaque para as estrangeiras Stysiak e Bechis e a ponteira Mari Brambilla, o time de Luizomar de Moura ficou perto da final. A partida de volta acontece na terça no ginásio José Liberatti, em Osasco.
Tifanny Abreu, única atleta transgênero da elite do vôlei brasileiro, desabafou publicamente contra a nova diretriz da CBV que restringe a participation no naipe feminino a atletas do sexo biológico feminino. Impedida de disputar a Superliga 2026/27, ela afirmou se sentir tratada "como uma bandida" e avaliou recorrer à Justiça caso siga barrada. Enquanto isso, segue atuando apenas em torneios da federação paulista, como o próximo jogo pelo Campeonato Paulista.
O Osasco São Cristovão Saúde conquistou seu quinto título da Copa Brasil de vôlei feminino ao derrotar o Minas por 3 sets a 1 em Londrina. A atacante Tifanny foi eleita a melhor jogadora do confronto, enquanto Bianca Cugno foi a maior pontuadora.