O Osasco São Cristovão Saúde conquistou seu quinto título da Copa Brasil de vôlei feminino ao derrotar o Minas por 3 sets a 1 em Londrina. A atacante Tifanny foi eleita a melhor jogadora do confronto, enquanto Bianca Cugno foi a maior pontuadora.
A jogadora de vôlei transgênero Tifanny, do Osasco, foi liberada pela Justiça para jogar a semifinal da Copa Brasil em Londrina, após uma polêmica lei municipal que proibia sua participação. Apesar do veto inicial de vereadores, ela foi recebida com festa e apoio da torcida no ginásio.
Vereadores de Londrina aprovaram um requerimento para vetar a participação de uma atleta transexual, Tifanny, na Copa Brasil de Vôlei Feminino. A decisão se baseia em uma lei municipal de 2024 que proíbe a participação de atletas cujo gênero divirja do sexo biológico de nascimento. A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) se manifestou e garantiu que tomará medidas legais para assegurar a participação da jogadora.
A jogadora Tifanny Abreu, primeira atleta trans a atuar no vôlei brasileiro, ficará fora do Sul-Americano de Clubes pelo Osasco. Apesar de ter viajado com a equipe, ela não está elegível para competições organizadas pela FIVB devido a um processo de aprovação pendente no Comitê de Elegibilidade de Gênero da entidade.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu foi barrada de disputar o Mundial de Clubes por decisão do Comitê de Elegibilidade de Gênero da FIVB. Mesmo assim, ela subiu ao pódio para receber a medalha de bronze com o Osasco e emocionou-se ao falar sobre inclusão e transfobia. Colegas de equipe e torcedores demonstraram apoio à atleta.
O Osasco Voleibol Clube divulgou a lista preliminar de atletas para o Mundial de Clubes de Vôlei Feminino, que ocorrerá em dezembro, em São Paulo. A oposta Tifanny Abreu ficou fora da lista, enquanto Natália Zílio foi inscrita, com a equipe aguardando a aprovação da FIVB para a participação de Tifanny.