A jogadora de vôlei Tifanny Abreu, atleta trans do Osasco, desabafa nas redes sociais após ser afastada da Superliga pela nova política de elegibilidade da CBV, que restringe o naipe feminino a atletas do sexo biológico feminino. Ela cita um texto de apoio da capitã da Seleção Brasileira, Gabi Guimarães, e avalia recorrer à Justiça comum para reverter a suspensão de sua liminar.
A oposta Tifanny Abreu publicou mensagem nas redes sociais reafirmando o desejo de continuar no vôlei, em meio à decisão da Justiça Desportiva que a proibiu de disputar competições organizadas pela CBV. A atleta havia obtido liminar que permitiu sua participação na Supercopa, onde marcou 15 pontos e conquistou o título pelo Osasco, mas a autorização foi suspensa pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A defesa da jogadora informou que pretende recorrer à Justiça comum.
A oposta Tifanny se manifestou publicamente pela primeira vez após a Justiça Desportiva vetar a liminar que lhe permitia disputar competições nacionais de vôlei. A decisão, divulgada em 23 de outubro, impede sua participação na Superliga Feminina e em outras competições organizadas pela CBV. A atleta, primeira transexual a atuar no vôlei feminino brasileiro, afirmou que seguirá lutando para retornar às quadras.
O Sesi-Bauru venceu o Fluminense por 3 sets a 0 (parciais de 25/19, 25/18 e 25/14) e manteve o aproveitamento de 100% na Superliga Feminina de Vôlei, chegando à terceira vitória em três partidas. A oposta norte-americana Fingall foi a grande destaque e recebeu o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra. Com o resultado, o Sesi-Bauru ocupa a segunda colocação com nove pontos, enquanto o Fluminense sofreu a primeira derrota e aparece na sexta posição.
O Osasco venceu o Batavo Mackenzie por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 25/13, 18/25 e 25/22, pela Superliga feminina de vôlei, em Belo Horizonte. Com o resultado, a equipe paulista manteve 100% de aproveitamento na competição, com duas vitórias em duas rodadas. A oposta polonesa Magdalena Stysiak foi a maior pontuadora do confronto, com 26 pontos, e a ponteira Mari Brambilla, do Osasco, deixou a quadra lesionada no quarto set.
A oposta Mari Brambilla, do Osasco, sofreu uma grave lesão no pé direito ao cair em quadra após um ataque na vitória por 3 a 1 sobre o Mackenzie pela Superliga feminina de vôlei. A jogadora de 26 anos deixou o ginásio de maca, aplaudida pelo público, e fará exames de imagem para definir a gravidade da lesão. Ela é uma das substitutas de Tifanny, primeira atleta transgênero da Superliga, impedida de seguir na competição após decisão judicial.
A Justiça Desportiva decidiu por unanimidade contra a elegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua participação no Osasco. A decisão decorre da nova política da CBV, que adota regras do COI exigindo teste genético negativo para o gene SRY. A defesa da atleta afirma que recorrerá ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e à Justiça comum.
Por Gustavo Riguetti, Leonardo Martins em 2026-10-23
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, revogar a liminar que garantia a participação da atleta trans Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, impedindo-a de jogar a Superliga pelo Osasco. A decisão decorre da nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI, que exige teste genético negativo para o gene SRY. O Osasco entra em quadra neste sábado contra o Mackenzie, pela segunda rodada da Superliga Feminina.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu sofreu dupla derrota na Justiça e está impedida de disputar a Superliga feminina pelo Osasco. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que permitia sua participação, enquanto o STJD negou o mandado de garantia impetrado pela defesa da atleta. A decisão está ligada à nova política de elegibilidade da CBV, alinhada ao COI e à FIVB, que exige o teste do gene SRY e exclui atletas trans das competições nacionais.
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, pela inelegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga. A decisão se baseia em uma nova política de elegibilidade que utiliza a triagem do gene SRY. A atleta ainda pode recorrer à Justiça comum para tentar reverter o entendimento e garantir sua continuidade nas partidas.
A Justiça Desportiva baneu, por unanimidade, a jogadora Tifanny Abreu das competições organizadas pela CBV, e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga feminina de vôlei. A defesa da atleta pretende recorrer da decisão judicial. O caso ocorre às vésperas do jogo entre Osasco e Mackenzie pela segunda rodada da competição.
O Sesi-Bauru venceu o Mackenzie por 3 a 0 (25/22, 25/22 e 25/18) na estreia da Superliga Feminina de vôlei, na Arena Paulo Skaf, em Bauru. A equipe do interior paulista se recupera da derrota na final do Paulista para o Osasco. Na próxima rodada, o Mackenzie enfrenta o Osasco e o Sesi-Bauru visita o Londrina.
O Sesc RJ Flamengo estreou com vitória na Superliga feminina de vôlei 2026/27, vencendo o Barueri por 3 a 0 no Tijuca Tênis Clube. Também venceram Osasco (contra o Brasília) e Sesi Bauru (contra o Mackenzie). A matéria destaca ainda a liberação judicial da oposta transgênero Tifanny para atuar pelo Osasco.
A oposta Tifanny Abreu celebra a liminar da Justiça que garantiu sua participação na final da Supercopa, após a CBV vetar atletas transgênero com uma nova regra de elegibilidade baseada em teste genético. O Osasco venceu o Praia Clube por 3 a 0 e conquistou o título da Supercopa feminina de vôlei, com Tifanny como uma das destaques. Emocionada, a atleta desabafou sobre a necessidade de lutar diariamente para se provar dentro e fora de quadra e prometeu continuar lutando pelo direito de disputar a Superliga.
O artigo apresenta os principais reforços da Superliga feminina de vôlei para a temporada 2026/27, que será aberta pelo duelo entre Minas e Brusque. Destacam-se as contratações de estrangeiras como a polonesa Magdalena Stysiak (Osasco) e o retorno da russa Sofya Kuznetsova ao Praia Clube, além de jogadoras que brilharam na Seleção Brasileira, como Sabrina e Luzia. As movimentações prometem elevar o nível da competição e antecipam confrontos emocionantes na busca pelo título.
A reportagem apresenta os principais favoritos à conquista da Superliga feminina de vôlei 2026/27, que começa neste sábado. Praia Clube, Minas, Sesc RJ Flamengo e Osasco despontam como postulantes ao troféu, cada um com reforços relevantes e elencos em processo de adaptação. O texto detalha contratações, saídas, mudanças de comissão técnica e o retrospecto recente de cada equipe.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que determina a participação da oposta Tifanny Abreu na Supercopa e na Superliga de vôlei, sob pena de multa à CBV. A federação havia barrado o registro da atleta após mudar a política de elegibilidade para atletas transgênero. A defesa da jogadora comemorou a decisão e o caso seguirá sendo julgado pelo STJD.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu e o Osasco Vôlei entraram na Justiça para garantir a participação da atleta na Supercopa e na Superliga, após a CBV negar seu registro devido à nova política de elegibilidade que impede atletas trans em competições femininas. A Justiça Desportiva negou a liminar inicial, e a defesa recorreu ao STJD e à Justiça comum. O artigo também retrata os desabafos públicos de Tifanny e o apoio de outras atletas ao seu caso.
Tiffany Abreu, jogadora do Osasco, atuou como titular contra o Praia Clube pela Supercopa Feminina de vôlei após a Justiça do Rio conceder uma liminar minutos antes da partida. A decisão também garante sua participação na Superliga 2026-27 e prevê multa caso ela seja impedida de jogar. A controvérsia envolve as novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino.
O Osasco São Cristóvão Saúde venceu o Dentil Praia Clube por 3 sets a 0 e conquistou o título da Supercopa Feminina de vôlei, disputada em São Luís (MA). A oposta Tifanny, escalada como titular após conseguir uma liminar na Justiça para atuar em competições da CBV, foi um dos destaques da final com 15 pontos. Esta foi a segunda conquista do Osasco na história do torneio, enquanto o Praia Clube permanece como maior vencedor, com quatro títulos.