A Justiça Desportiva decidiu por unanimidade contra a elegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua participação no Osasco. A decisão decorre da nova política da CBV, que adota regras do COI exigindo teste genético negativo para o gene SRY. A defesa da atleta afirma que recorrerá ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e à Justiça comum.
Por Beatriz Cesarini, José Renato Ambrósio e Wesley Felix em 2026-10-01
A oposta Tifanny Abreu desabafou no lançamento da Superliga 2026/27 sobre a nova regra da CBV que impede a participação de atletas trans no vôlei feminino e cogita acionar a Justiça para continuar jogando. O técnico Luizomar revelou que a mudança no protocolo do evento a prejudicou e confirmou que o Osasco avaliará medidas jurídicas. Já o presidente da CBV, Radamés Lattari, afirmrou que a entidade manterá o alinhamento com a política de elegibilidade do COI.