Por Beatriz Cesarini, David Abramvezt, Marcel Merguizo e Wesley Felix em 2026-10-01
A Superliga 2026/27 de vôlei foi oficialmente lançada durante a COB Expo, com 24 clubes participantes divididos nos naipes masculino e feminino. As principais novidades incluem a transmissão de 100% dos jogos pelo Grupo Glovo, novas regras seguindo orientações da FIVB, como aumento de substituições por set e rigor na marcação do 'toque-ataque'. A competição feminina inicia em 17 de outubro e a masculina em 24 de outubro.
Por Beatriz Cesarini, José Renato Ambrósio e Wesley Felix em 2026-10-01
A oposta Tifanny Abreu desabafou no lançamento da Superliga 2026/27 sobre a nova regra da CBV que impede a participação de atletas trans no vôlei feminino e cogita acionar a Justiça para continuar jogando. O técnico Luizomar revelou que a mudança no protocolo do evento a prejudicou e confirmou que o Osasco avaliará medidas jurídicas. Já o presidente da CBV, Radamés Lattari, afirmrou que a entidade manterá o alinhamento com a política de elegibilidade do COI.
A oposta Tiffany Abreu, do Osasco, criticou duramente a nova política da CBV que a proíbe de disputar a Superliga Feminina, afirmando se sentir como uma 'bandida'. A atleta denunciou falta de empatia dos dirigentes, classificou a medida como 'política transfóbica' e disse que seguirá tentando a liberação. A nova regra para atletas trans entra em vigor e busca alinhar as regras nacionais aos parâmetros internacionais do COI, FIVB e CSV.
O presidente da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), Radamés Lattari, analisou a dificuldade em reter talentos brasileiros na Superliga, devido aos salários mais atrativos em euros e dólares no exterior. A entidade busca atrair investidores para fortalecer o torneio nacional e a performance das seleções.