A matéria apresenta o guia de transmissões da 4ª rodada da primeira fase da Superliga Feminina de Vôlei, que ocorre entre os dias 5 e 8 de novembro. São seis confrontos divididos entre o canal sportv2 e a plataforma digital Ge TV, com relação de jogos, horários e equipe de transmissão de cada partida.
A oposta Tifanny se manifestou publicamente pela primeira vez após a Justiça Desportiva vetar a liminar que lhe permitia disputar competições nacionais de vôlei. A decisão, divulgada em 23 de outubro, impede sua participação na Superliga Feminina e em outras competições organizadas pela CBV. A atleta, primeira transexual a atuar no vôlei feminino brasileiro, afirmou que seguirá lutando para retornar às quadras.
O Sesc Flamengo venceu o Mackenzie por 3 sets a 0 e confirmou a liderança da Superliga Feminina após três rodadas, mantendo 100% de aproveitamento sem perder nenhum set. A levantadora Giovana foi eleita a melhor jogadora da partida e destacou o entrosamento do elenco. Na mesma rodada, Sesi-Bauru derrotou o Fluminense e o Minas venceu o Brasília, ambos por 3 a 0.
O Sesi-Bauru venceu o Fluminense por 3 sets a 0 (parciais de 25/19, 25/18 e 25/14) e manteve o aproveitamento de 100% na Superliga Feminina de Vôlei, chegando à terceira vitória em três partidas. A oposta norte-americana Fingall foi a grande destaque e recebeu o troféu Viva Vôlei de melhor jogadora em quadra. Com o resultado, o Sesi-Bauru ocupa a segunda colocação com nove pontos, enquanto o Fluminense sofreu a primeira derrota e aparece na sexta posição.
O artigo apresenta a programação de transmissões da 2ª rodada da Superliga Masculina de Vôlei, com sete partidas entre segunda-feira (2) e terça-feira (3). Os jogos serão exibidos ao vivo pelos canais Sportv2 e Ge TV. A agenda inclui ainda um duelo antecipado válido pela Superliga Feminina entre Paulistano Barueri e Sesi-Bauru.
O Sesi Bauru venceu o Sancor Seguros Londrina por 3 a 1 (parciais de 23/25, 25/15, 25/15 e 25/15), de virada, pela segunda rodada da Superliga Feminina de Vôlei 2026/2027. Com a vitória, o Bauru mantém 100% de aproveitamento e ocupa a quarta colocação com seis pontos. O Londrina acumula a segunda derrota seguida e permanece em oitavo lugar com um ponto.
O Osasco venceu o Batavo Mackenzie por 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 25/13, 18/25 e 25/22, pela Superliga feminina de vôlei, em Belo Horizonte. Com o resultado, a equipe paulista manteve 100% de aproveitamento na competição, com duas vitórias em duas rodadas. A oposta polonesa Magdalena Stysiak foi a maior pontuadora do confronto, com 26 pontos, e a ponteira Mari Brambilla, do Osasco, deixou a quadra lesionada no quarto set.
A Superliga Feminina 2026/27 começou sem nenhuma mulher no comando técnico das 12 equipes participantes. Fofão, campeã olímpica e atual auxiliar da Seleção Brasileira feminina, aponta a falta de oportunidades e a desconfiança na capacidade das mulheres como principais barreiras para reverter esse cenário. A ex-levantadora também avalia os resultados das seleções brasileiras de base e defende mais mulheres nas comissões técnicas como caminho para formar futuras treinadoras.
O Sesc RJ Flamengo venceu o Brasília por 3 a 0 (25/15, 25/18 e 25/22), pela segunda rodada da Superliga feminina de vôlei, mantendo 100% de aproveitamento e a liderança com seis pontos. Tainara foi a destaque e melhor jogadora da partida, com 16 pontos. O Minas também venceu o Barueri por 3 a 0 e ocupa a segunda colocação.
O Praia Clube, atual campeão, estreou com vitória por 3 sets a 0 sobre o Pinheiros na Superliga Feminina de Vôlei 2026/27, em seu retorno a Uberlândia desde o título. Sabrina foi a maior pontuadora com 14 pontos e Fabíola foi eleita a melhor atleta em quadra. O jogo marcou também o retorno do Pinheiros à elite do vôlei nacional após uma temporada na Superliga B.
O Dentil Praia Clube, atual campeão da Superliga feminina de vôlei, estreou com vitória de 3 sets a 0 sobre o Pinheiros, no Ginásio do UTC, em Uberlândia. Com o resultado, o time mineiro assumiu o segundo lugar com três pontos, atrás apenas do Sesc RJ/Flamengo. O Pinheiros segue sem pontos na 11ª posição, enquanto o Fluminense venceu o Sancor Londrina no tie-break nesta mesma rodada.
O Sesi-Bauru venceu o Mackenzie por 3 a 0 (25/22, 25/22 e 25/18) na estreia da Superliga Feminina de vôlei, na Arena Paulo Skaf, em Bauru. A equipe do interior paulista se recupera da derrota na final do Paulista para o Osasco. Na próxima rodada, o Mackenzie enfrenta o Osasco e o Sesi-Bauru visita o Londrina.
O Sesc-Flamengo venceu o Paulistano Barueri por 3 sets a 0 (25/19, 25/20 e 25/14) em sua estreia na Superliga Feminina 2026/27, no ginásio do Tijuca. O time comandado por Bernardinho dominou a partida, com destaque para Simone Lee. Na próxima rodada, o Sesc-Flamengo enfrenta o Brasília fora de casa, enquanto o Paulistano Barueri visita o Minas.
O Sesc-Flamengo venceu o Paulistano Barueri por 3 sets a 0 (25/19, 25/21 e 25/14) na estreia da Superliga feminina 26/27, no Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. A central Lorena foi eleita a melhor da partida, com Simone Lee como maior pontuadora (16 pontos). Com o resultado, o time rubro-negro se igualou a Osasco e Sesi Bauru na liderança da competição.
O Sesc RJ Flamengo estreou com vitória na Superliga feminina de vôlei 2026/27, vencendo o Barueri por 3 a 0 no Tijuca Tênis Clube. Também venceram Osasco (contra o Brasília) e Sesi Bauru (contra o Mackenzie). A matéria destaca ainda a liberação judicial da oposta transgênero Tifanny para atuar pelo Osasco.
O Gerdau Minas venceu o Abel Moda Brusque por 3 a 2 na estreia da Superliga Feminina de Vôlei 2026/27, na Arena UniBH, em Belo Horizonte. O Minas venceu os dois primeiros sets, mas o Brusque reagiu empatando a partida, que foi decidida apenas no tiebreak por 17 a 15. Com o resultado, o Minas assumiu a liderança da competição com dois pontos.
A oposta Tifanny Abreu, atleta trans de 41 anos do Osasco, acionou a Justiça comum após não ter sua inscrição liberada pela CBV para competições nacionais de vôlei. A Justiça Desportiva negou uma liminar, e a equipe jurídica da jogadora recorreu ao STJD e protocolou novo pedido de liminar na Justiça comum. A nova regra de elegibilidade da CBV, alinhada à política do COI, restringe a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino, impactando diretamente a carreira de Tifanny.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu recorrerá à Justiça comum após ter negado pedido de liminar no STJD, na tentativa de derrubar o veto da CBV que a impede de disputar a Supercopa do Brasil e a Superliga Feminina 2026/27. A CBV passou a exigir comprovante de sexo biológico feminino por meio do exame do gene SRY, em alinhamento com o COI e a FIVB. A defesa da atleta, que joga no Osasco, argumenta que a medida impede o exercício de sua profissão.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que libera a participação da central trans Tifanny Abreu, do Osasco, na Supercopa Feminina e na Superliga 2026/27 de vôlei. A decisão suspende os efeitos da nova política de elegibilidade da CBV, baseada no gene SRY, e impede punições ao clube pela escalação da atleta. A liminar vale até deliberação judicial definitiva.
A temporada 2026-27 do vôlei brasileiro começa com a final da Supercopa entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, marcada pela indefinição sobre a situação de Tifanny Abreu. As novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a participação de atletas trans na categoria feminina, impedem a escalação da jogadora pelo Osasco, que promete medidas jurídicas. A reportagem relata que a CNN Brasil buscou posições dos envolvidos, sem retorno até o momento.