A Superliga Feminina 2026/27 começou sem nenhuma mulher no comando técnico das 12 equipes participantes. Fofão, campeã olímpica e atual auxiliar da Seleção Brasileira feminina, aponta a falta de oportunidades e a desconfiança na capacidade das mulheres como principais barreiras para reverter esse cenário. A ex-levantadora também avalia os resultados das seleções brasileiras de base e defende mais mulheres nas comissões técnicas como caminho para formar futuras treinadoras.
O futebol feminino está impulsionando mulheres a buscarem novas funções técnicas fora das quatro linhas, com um aumento significativo na procura por cursos profissionalizantes oferecidos pela CBF. Embora ainda haja poucos times com mulheres como treinadoras principais, a tendência é de crescimento e maior inclusão no esporte.