A jogadora de vôlei Tifanny Abreu, atleta trans do Osasco, desabafa nas redes sociais após ser afastada da Superliga pela nova política de elegibilidade da CBV, que restringe o naipe feminino a atletas do sexo biológico feminino. Ela cita um texto de apoio da capitã da Seleção Brasileira, Gabi Guimarães, e avalia recorrer à Justiça comum para reverter a suspensão de sua liminar.
Um documento do Corte Arbitral do Esporte (CAS) obtido pela ESPN revela que a liberação provisória de Marcos Rojo para a Libertadores não garante proteção ao Estudiantes contra eventuais punições. O tribunal autorizou a participação do zagueiro a partir de 22 de outubro, mas negou o pedido do clube argentino para impedir que a Conmebol usasse a escalação como fundamento de sanção. O caso segue em aberto e, em um cenário extremo, pode levar à eliminação do Estudiantes e colocar o Flamengo na final.
O colunista Mauro Cezar Pereira analisa documento do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) sobre a escalação de Marcos Rojo pelo Estudiantes contra o Flamengo, pela Libertadores. O tribunal autorizou provisoriamente a atuação do jogador a partir de 22 de outubro, mas rejeitou o pedido de proteção do clube argentino e do atleta contra eventuais sanções esportivas ou disciplinares. O texto conclui que a liberação não elimina o risco de punição ao Estudiantes caso a sentença final não confirme a elegibilidade do atleta.
A Justiça Desportiva decidiu, por unanimidade, pela inelegibilidade de Tifanny Abreu em competições organizadas pela CBV, revogando a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga. A decisão se baseia em uma nova política de elegibilidade que utiliza a triagem do gene SRY. A atleta ainda pode recorrer à Justiça comum para tentar reverter o entendimento e garantir sua continuidade nas partidas.
A Justiça Desportiva baneu, por unanimidade, a jogadora Tifanny Abreu das competições organizadas pela CBV, e o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu a liminar que permitia sua atuação pelo Osasco na Superliga feminina de vôlei. A defesa da atleta pretende recorrer da decisão judicial. O caso ocorre às vésperas do jogo entre Osasco e Mackenzie pela segunda rodada da competição.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu e o Osasco Vôlei entraram na Justiça para garantir a participação da atleta na Supercopa e na Superliga, após a CBV negar seu registro devido à nova política de elegibilidade que impede atletas trans em competições femininas. A Justiça Desportiva negou a liminar inicial, e a defesa recorreu ao STJD e à Justiça comum. O artigo também retrata os desabafos públicos de Tifanny e o apoio de outras atletas ao seu caso.
A oposta Tifanny Abreu, do Osasco, obteve liminar na Justiça para disputar competições da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV). A decisão permite sua participação na Supercopa contra o Praia Clube e vale também para a temporada 2026-27 da Superliga. O caso envolve as novas regras de elegibilidade da CBV, que aderiu à política do COI restringindo a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino.
A oposta Tifanny Abreu, atleta trans de 41 anos do Osasco, acionou a Justiça comum após não ter sua inscrição liberada pela CBV para competições nacionais de vôlei. A Justiça Desportiva negou uma liminar, e a equipe jurídica da jogadora recorreu ao STJD e protocolou novo pedido de liminar na Justiça comum. A nova regra de elegibilidade da CBV, alinhada à política do COI, restringe a categoria feminina a atletas do sexo biológico feminino, impactando diretamente a carreira de Tifanny.
A jogadora de vôlei Tifanny Abreu recorrerá à Justiça comum após ter negado pedido de liminar no STJD, na tentativa de derrubar o veto da CBV que a impede de disputar a Supercopa do Brasil e a Superliga Feminina 2026/27. A CBV passou a exigir comprovante de sexo biológico feminino por meio do exame do gene SRY, em alinhamento com o COI e a FIVB. A defesa da atleta, que joga no Osasco, argumenta que a medida impede o exercício de sua profissão.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar que libera a participação da central trans Tifanny Abreu, do Osasco, na Supercopa Feminina e na Superliga 2026/27 de vôlei. A decisão suspende os efeitos da nova política de elegibilidade da CBV, baseada no gene SRY, e impede punições ao clube pela escalação da atleta. A liminar vale até deliberação judicial definitiva.
Tifanny Abreu e o Osasco recorreram à Justiça comum após o STJD negar liminar que permitiria a participação da oposta na Supercopa Feminina e na Superliga. A CBV manteve a inscrição da atleta como pendente após implementar critérios de elegibilidade baseados em diretrizes do COI, incluindo exame genético. O caso se desenrola às vésperas da decisão da Supercopa contra o Dentil Praia Clube e do início da Superliga.
A CBV publicou nota oficial informando que buscará reverter, via recursos judiciais, a liminar da Justiça do Rio de Janeiro que libera Tifanny Abreu para disputar a Supercopa e a Superliga Feminina. A jogadora do Osasco, única atleta transgênero da elite do vôlei nacional, será titular contra o Praia Clube. A defesa da atleta argumenta direito adquirido, pois ela atua regularmente no Brasil há cerca de cinco anos.
A Justiça do Rio de Janeiro concedeu liminar provisória que libera a jogadora transgênero Tifanny Abreu para disputar a Supercopa e a Superliga de vôlei nesta temporada. A decisão foi obtida após a defesa da atleta acionar o STJD e se baseia no argumento de direito adquirido, já que ela atua no vôlei brasileiro há cerca de cinco anos. Caso sua participação seja impedida, a CBV poderá ser multada em R$ 5.000 por partida.
A defesa da oposta Tifanny Abreu protocolou um mandado de garantia com pedido de liminar no STJD do Voleibol para tentar garantir sua participação na final da Supercopa pelo Osasco, após a CBV indeferir a elegibilidade da atleta. O advogado Luis Fernando Novaes sustenta que a jogadora possui direito adquirido por atuar há cinco anos no vôlei brasileiro e promete recorrer à Justiça Comum em caso de demora no julgamento. O artigo também retoma episódios anteriores de exclusão da atleta, incluindo decisões da FIVB e uma lei municipal de Londrina suspensa pelo STF.
A temporada 2026-27 do vôlei brasileiro começa com a final da Supercopa entre Dentil Praia Clube e Osasco São Cristóvão Saúde, marcada pela indefinição sobre a situação de Tifanny Abreu. As novas regras de elegibilidade da CBV, que restringem a participação de atletas trans na categoria feminina, impedem a escalação da jogadora pelo Osasco, que promete medidas jurídicas. A reportagem relata que a CNN Brasil buscou posições dos envolvidos, sem retorno até o momento.
Tifanny Abreu, aos 41 anos, lidera o Osasco na conquista do 19º título do Campeonato Paulista feminino de vôlei sobre o Sesi-Bauru, no que pode ter sido seu último jogo profissional. A atleta transgênero evita falar em despedida e promete lutar, inclusive recorrendo à Justiça, para disputar a Superliga antes de se aposentar. A CBV mudou a política de elegibilidade para competições nacionais femininas, seguindo regras do COI, impedindo a participação de mulheres transgênero.
A oposta Tiffany Abreau coga recorrer à Justiça para poder disputar a Superliga 2026/27 após nova política de elegibilidade da CBV, alinhada aos critérios do COI, impedir sua participação nas competições femininas. Atleta e o Osasco afirmaram que pretendem usar os meios jurídicos disponíveis para reverter a decisão, enquanto a CBV mantém sua posição.
Por Beatriz Cesarini, José Renato Ambrósio e Wesley Felix em 2026-10-01
A oposta Tifanny Abreu desabafou no lançamento da Superliga 2026/27 sobre a nova regra da CBV que impede a participação de atletas trans no vôlei feminino e cogita acionar a Justiça para continuar jogando. O técnico Luizomar revelou que a mudança no protocolo do evento a prejudicou e confirmou que o Osasco avaliará medidas jurídicas. Já o presidente da CBV, Radamés Lattari, afirmrou que a entidade manterá o alinhamento com a política de elegibilidade do COI.
Tifanny Abreu, única atleta transgênero da elite do vôlei brasileiro, desabafou publicamente contra a nova diretriz da CBV que restringe a participation no naipe feminino a atletas do sexo biológico feminino. Impedida de disputar a Superliga 2026/27, ela afirmou se sentir tratada "como uma bandida" e avaliou recorrer à Justiça caso siga barrada. Enquanto isso, segue atuando apenas em torneios da federação paulista, como o próximo jogo pelo Campeonato Paulista.
A NBA abriu uma exceção para Luka Doncic, permitindo que ele concorra aos prêmios de MVP e All-NBA, mesmo tendo disputado apenas 64 jogos na temporada regular. O pedido foi atendido devido a circunstâncias extraordinárias, como o nascimento de sua filha e uma lesão.