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Análise dos Times

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Belo Horizonte Superliga Tifanny Mackenzie Osasco TJRJ COI Mari Brambilla CBV

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Imagem forte! Jogadora do Osasco cai mal após ataque, vira o pé e grita de dor Um lance triste chamou a atenção na rodada da Superliga feminina de vôlei, neste sábado (24). Durante a vitória do Osasco sobre o Mackenzie, em Belo Horizonte, a oposta Mari Brambilla, do time paulista, sofreu uma grave lesão depois de subir para um ataque e assustou ao gritar de dor, por alguns minutos. Na metade do quarto set, a jogadora de 26 anos saltou para atacar da linha de três metros e virou o pé direito ao cair na quadra. Mariana não conseguiu levantar e foi prontamente atendida pelo médico do Osasco. Após momentos de apreensão, ela foi colocada em uma maca e deixou o Ginásio do Mackenzie sendo sonoramente aplaudida por todos os presentes. Mari ainda vai passar por exames de imagens para determinar a gravidade da lesão, bem como o período que ela deverá ficar afastada das quadras. 1 de 1 Mari Brambilla cai em quadra durante Mackenzie x Osasco — Foto: Reprodução/getv Mari Brambilla cai em quadra durante Mackenzie x Osasco — Foto: Reprodução/getv + Supercopa de vôlei masculino: Cruzeiro fatura oitavo troféu; veja todos os campeões + Superliga Masculina tem reforço de campeão olímpico, volta de Leal e argentino "brigão" No momento do susto, o Osasco vencia a quarta parcial por 12/6 e caminhava para fechar o jogo. O segundo triunfo em duas partidas nesta edição da Superliga veio pelo placar de 3 sets a 1, com parciais de 25/23, 25/13, 18/25 e 25/22. Curiosamente, Mari Brambilla é uma das substitutas de Tifanny no Osasco. Primeira atleta transgênero a disputar a Superliga, ela foi impedida de seguir jogando a competição após o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) cassar, na última sexta-feira (23), uma liminar que a deixava seguir atuando . Tifanny foi afetada pela decisão da CBV, anunciada em agosto, de adotar a política do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a elegibilidade de atletas na categoria feminina. Pela nova regra, as jogadoras deverão apresentar teste genético com resultado negativo para o gene SRY, associado ao desenvolvimento masculino. A atleta que não comprovar a elegibilidade ficará impedida de disputar as competições.