Coluna de PVC resgata a histórica relação do Vasco com o Maracanã, desde o título carioca de 1951 com dois gols de Ademir, passando pelas conquistas brasileiras de 1989, 1997 e 2000 no estádio. O texto contextualiza a festa que o clube planeja ao voltar ao Maracanã para o jogo contra o Boca Juniors, após o acordo de concessão do estádio entre Flamengo e Fluminense.
O programa 'Seda sem Filtro', do Lance!TV, apresentado por Vicente Seda, aborda a briga pelo uso do Maracanã entre o Vasco e o consórcio comandado por Flamengo e Fluminense. O apresentador questiona a situação do Vasco, impedido de jogar no Rio pela semifinal da Sul-Americana, e também o risco de o Flamengo jogar a semifinal da Libertadores em um gramado em más condições, apesar de pagar R$ 20 milhões por ano de outorga. O episódio completo está disponível no YouTube.
Por Diego Garcia, Francisco de Laurentiis e Pedro Ivo Almeida, da ESPN em 2026-10-14
A concessionária Fla-Flu, ligada a Flamengo e Fluminense, entrou com recurso no STJ para impedir que o Vasco enfrente o Boca Juniors no Maracanã, alegando risco de 'precedente perigoso' na gestão do estádio. Um desembargador do TJ-RJ havia derrubado os argumentos da dupla e confirmado o Maracanã como palco da partida de volta da semifinal da Sul-Americana, marcada para 20 de outubro. A Conmebol registrou documento com a possibilidade de campo neutro em Assunção, caso haja nova reviravolta judicial.
O Flamengo vê a vitória judicial do Vasco para jogar no Maracanã como insegurança jurídica em relação à concessão do estádio. Apesar disso, a diretoria rubro-negra avalia que deve manter o Maracanã como sua casa e não acelerar a construção de um estádio próprio no Gasômetro, estimado em R$ 3,5 bilhões. O clube acredita que o novo governador do Rio não reverá a concessão devido ao peso das torcidas de Flamengo e Fluminense.
Após vitória por 1 a 0 sobre o Boca Juniors em Buenos Aires, o Vasco obtém autorização judicial para jogar a volta da semifinal da Copa Sul-Americana no Maracanã. O artigo explica os detalhes do acordo de 2025 que prevê quatro jogos do clube por temporada no estádio, os termos do contrato de concessão assinado por Flamengo e Fluminense, e os pontos de divergência que mantêm a disputa judicial em aberto.
A coluna detalha como o Flamengo arcou com custos de recuperação do Maracanã antes mesmo de assumir sua administração, incluindo dívidas de energia e reparos estruturais após o abandono pós-Olimpíadas de 2016. O texto documenta despesas do clube em jogos contra San Lorenzo pela Libertadores e a evolução até a concessão formal de 20 anos assinada em 2024, dividida com o Fluminense.
O colunista Mauro Cezar Pereira detalha os custos de Flamengo e Fluminense com a concessão do Complexo Maracanã, incluindo outorga anual de R$ 20,06 milhões, manutenção e despesas que podem ultrapassar R$ 60 milhões por ano. O texto explica a divisão das obrigações financeiras entre os clubes (65% para o Flamengo e 35% para o Fluminense) e as condições em que o contrato de 20 anos poderia ser encerrado. O presidente do Vasco, Pedrinho, anunciou que vai contestar a licitação e prometeu incomodar o consórcio.
O presidente do Vasco, Pedrinho, afirmou que o clube vai rever a situação da concessão do Maracanã, administrado por consórcio de Flamengo e Fluminense. Ele criticou as negativas a pedidos de uso do estádio em 2026, incluindo a partida contra o Boca Juniors pela Sul-Americana, e declarou que o Vasco vai 'incomodar muito mais'. A fala ocorreu após o Conselho Deliberativo aprovar a venda da SAF do clube para Marcos Lamacchia.
O Vasco teve três pedidos negados para jogar no Maracanã, administrado pelo consórcio formado por Flamengo e Fluminense, incluindo a semifinal da Copa Sul-Americana contra o Boca Juniors. A reportagem analisa o edital da concessão, que proíbe vedação discriminatória de clubes, e o acordo assinado pelos três clubes, que garante ao Vasco quatro partidas por ano no estádio. Enquanto os documentos sustentam o acesso do Vasco, o consórcio alega critérios técnicos e questiona a validade do memorando por falta de assinatura da concessionária.
O Santos renovou a concessão do CT Rei Pelé por mais 40 anos e passará a pagar R$ 100 mil mensais à União pela área. O acordo foi firmado em reunião em Brasília com o presidente Lula, o dirigente Marcelo Teixeira e o assessor Júnior Bozzella. A renovação garante segurança jurídica ao clube, que assume contrapartidas sociais, investimentos na base e conservação da área.
O Santos assinou acordo com o governo federal para regularizar o uso do CT Rei Pelé por mais 20 anos, com possibilidade de prorrogação por mais 20. O contrato prevê concessão onerosa com pagamento mensal de R$ 145.167,42 corrigido pelo IPCA, além do parcelamento em 120 meses de dívida de R$ 23 milhões pelo uso do imóvel. A solução foi construída pela AGU e encerra controvérsia sobre a ocupação do terreno e suas benfeitorias.
O Santos anunciou acordo de concessão para utilizar o CT Rei Pelé por mais 20 anos, com aluguel mensal de cerca de R$ 145 mil, encerrando o risco de leilão do terreno. Durante as tratativas, o clube descobriu que uma incorporadora poderia oferecer até R$ 200 milhões pela área. A negociação com o Governo Federal, assinada no Planalto, garantiu a permanência do clube com valor bem abaixo do preço de mercado.
O Santos firmou acordo com o Governo Federal para regularizar a ocupação do terreno do CT Rei Pelé, garantindo concessão de 20 anos prorrogáveis por mais 20. O clube pagará R$ 145 mil mensais à União, com reajuste pelo IPCA, e quitará dívida de aproximadamente R$ 23 milhões em 120 meses. A assinatura ocorreu em Brasília com presença do presidente Lula e de uma comitiva santista liderada por Marcelo Teixeira.
O Santos renovou a concessão do CT Rei Pelé por 20 anos, com renovação automática por mais 20, em acordo firmado com o Governo Federal em reunião no Palácio do Planalto com a presença do presidente Lula. A negociação encerra quase uma década de insegurança, evita o leilão do terreno e prevê o parcelamento em 120 meses dos valores devidos entre 2017 e 2026. O clube avalia o resultado como histórico, já que o valor mensal acertado (R$ 145 mil) ficou bem abaixo do estimado de mercado (R$ 400 mil).
O Santos assinou, em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do presidente Lula, o acordo de concessão onerosa do terreno do CT Rei Pelé, garantindo a permanência do clube no local por 20 anos com renovação automática por mais 20. O acordo encerra uma disputa judicial iniciada em 2017 e cancela o leilão da área pertencente à União. O Santos pagará R$ 145,1 mil mensais, totalizando R$ 69,7 milhões no período.
Torcedores do Vasco realizaram um protesto nos arredores do Maracanã contra a recusa do consórcio do estádio em liberar jogos do clube no local, sob a justificativa de preservação do gramado. O movimento 'Vasco no Maraca' cobra o cumprimento do edital de concessão, que define o futebol como prioridade de eventos. O Maracanã recebe neste domingo seu primeiro jogo de futebol americano da NFL, entre Baltimore Ravens e Dallas Cowboys.
Um projeto para transformar o Estádio Antônio Braz Sessim, abandonado há 19 anos em Cidreira, no Rio Grande do Sul, em um autódromo oval está avançando. A Justiça autorizou a prefeitura a prosseguir com a concessão da área à iniciativa privada, com planos de investimento de R$ 50 milhões e possibilidade de receber provas da Nascar.
O vice-presidente geral do Flamengo, Flávio Willeman, que também é secretário da Casa Civil do Rio de Janeiro, declarou-se impedido de tratar de assuntos relacionados ao clube e ao Maracanã durante sua gestão no órgão. A decisão visa evitar conflitos de interesse, com responsabilidades delegadas a subsecretários. A matéria detalha a estrutura de gestão do Maracanã e o contexto político do governo interino do Rio de Janeiro.
O Santos está explorando alternativas ao Pacaembu para sediar seus jogos em São Paulo, com o Complexo do Ibirapuera sendo uma opção considerada. O clube vê potencial no Estádio Ícaro de Castro Mello para partidas profissionais durante as obras da Vila Belmiro, além de oportunidades de uso para as categorias de base na Vila Olímpica Mário Covas. A Secretaria de Esportes de São Paulo conduz o processo de concessão dessas áreas.
O Estádio Morenão, o maior de Mato Grosso do Sul, tem previsão de reabertura para jogos oficiais em maio de 2026. A liberação depende da assinatura de acordo entre governo estadual e UFMS, e da troca do gramado e outras obras de infraestrutura. A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) projeta a conclusão em cerca de 110 dias, visando a Copa MS.