A empresa mineira Alcance Engenharia e Construção venceu a disputa para executar a reforma do Estádio Morenão, em Mato Grosso do Sul, com proposta de R$ 17,82 milhões, superando a Engental Engenharia. A escolha foi divulgada pela Agesul, e a contratada precisa apresentar planilhas detalhadas do valor ofertado para que o contrato seja homologado. As obras preveem a reabertura parcial do estádio com capacidade de cerca de 12 mil torcedores, além da troca de gramado custeada com recursos da CBF e da FFMS.
A reportagem lista sete estádios brasileiros que já receberam jogos da Seleção Brasileira e hoje estão abandonados ou em desuso, como Arruda, Caio Martins, Morenão, Olímpico, Pinheirão e Serra Dourada. O texto revisita partidas históricas da Seleção em cada palco e detalha a situação atual de cada estádio, incluindo reformas, licitações, disputas judiciais e projetos de conversão. O formato é de matéria retrospectiva sobre a relação centenária da Seleção com arenas esquecidas pelo futebol.
O Estádio Morenão, o maior de Mato Grosso do Sul, tem previsão de reabertura para jogos oficiais em maio de 2026. A liberação depende da assinatura de acordo entre governo estadual e UFMS, e da troca do gramado e outras obras de infraestrutura. A Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul (FFMS) projeta a conclusão em cerca de 110 dias, visando a Copa MS.