A CBF, em parceria com os Ministérios do Esporte e das Mulheres, lançou a campanha 'Papo de Homem' contra a violência às mulheres, com participação de jogadores da Seleção Brasileira como Vinicius Jr. e Endrick. O lançamento ocorreu na Arena Pernambuco, antes do amistoso feminino entre Brasil e Argentina, e marca também o Plano Nacional do Legado da Copa do Mundo Feminina FIFA 2027.
O Ministério do Esporte adiou a reunião com a CBF, clubes das Séries A, B, C e D e federações estaduais que discutiria a medida provisória que determina o fim das bets no Brasil. O adiamento foi justificado por questões logísticas e a nova data ainda não foi definida. A maioria dos clubes defende a regulamentação do setor, já que os contratos de patrocínio das casas de apostas deverão ser cancelados.
A colunista Alicia Klein critica a ameaça de clubes de futebol de paralisar o Campeonato Brasileiro em resposta à restrição às casas de apostas (bets). O texto denuncia a hipocrisia dos dirigentes, que não suspenderam o torneio durante a pandemia nem nas enchentes no Rio Grande do Sul, mas reagem quando um patrocínio é atingido. A autora acusa os clubes de egoísmo, dívidas bilionárias e desconsideração pelo custo social de incentivar apostas.
Uma ala significativa dos clubes brasileiros decidiu não enviar representantes à reunião com o ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, marcada para terça-feira (29) em Brasília, o que levou ao cancelamento do encontro. Dirigentes avaliam que participar poderia ser visto como apoio a uma agenda eleitoral, a seis dias da votação, e criticam a falta de diálogo antes da medida provisória que proibiu as bets. Apesar do afastamento, clubes como Corinthians, Internacional e Atlético-MG seguem negociando linha de crédito e descontos em dívidas para reduzir o impacto financeiro do fim das casas de apostas.
Colunistas do programa De Primeira, do Canal UOL, debatem a proibição das casas de apostas no Brasil. Eles argumentam que o fim das bets é uma questão de saúde pública decidida pelo governo federal, não um problema do futebol, embora impacte diretamente os contratos de patrocínio dos clubes. A matéria destaca ainda o boicote dos clubes a uma reunião com o Ministério do Esporte em protesto contra a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula.
O presidente Lula sancionou a Lei nº 15.522, que estabelece diretrizes nacionais para o desenvolvimento do futebol feminino no Brasil. A norma define deveres para o Estado, CBF e clubes, incluindo exigências de formação de equipes femininas, igualdade salarial e políticas de combate à discriminação. A medida ocorre a menos de um ano da Copa do Mundo Feminina de 2027 no país.
O Ministério do Esporte enviou ofício à CBF convocando clubes das Séries A, B, C e D e federações estaduais para reunião em Brasília, na esteira da proibição das casas de apostas (bets) no Brasil por Medida Provisória. A decisão já havia gerado reação de clubes como o Flamengo, que criticaram a falta de debate e o impacto imediato da medida. A matéria reproduz a íntegra do ofício assinado pelo ministro Paulo Henrique Perna Cordeiro.
O Ministério do Esporte convocou clubes e federações para uma reunião em Brasília, com tema central o fortalecimento dos clubes e do futebol brasileiro. O encontro ocorre após o governo federal proibir a operação e publicidade de casas de apostas por medida provisória, o que segundo os dirigentes impacta cerca de R$ 1 bilhão em patrocínios a times da Série A. Em paralelo, os clubes discutem um plano de socorro financeiro e entidades do setor de apostas acionam o STF contra a MP.
O Ministério do Esporte cancelou a reunião com clubes de futebol marcada para Brasília, oficialmente por questões logísticas. Na prática, a decisão ocorreu após dirigentes sinalizarem esvaziamento do encontro, em protesto contra o veto do governo Lula às bets no mercado brasileiro. Apesar do desgaste na relação, clubes como Corinthians, Internacional e Atlético-MG ainda negociam apoio financeiro com o governo.
A ex-jogadora de futebol Formiga foi nomeada diretora de Políticas do Futebol e de Promoção do Futebol Feminino no Ministério do Esporte. Sua atuação federal envolverá o incentivo à base, inclusão social, apoio a competições e promoção da igualdade de gênero no esporte. Formiga, uma das maiores jogadoras da história do Brasil, substituirá Mariléia dos Santos na função.