Lewis Hamilton declara que adiará a aposentadoria na Fórmula 1 para disputar o inédito Grande Prêmio da África, previsto para Ruanda no início da próxima década. O heptacampeão, aos 41 anos e com contrato com a Ferrari até 2027, condiciona sua permanência ao condicionamento físico e aos resultados. A matéria também aborda controvérsias do acordo, como a acusação de sportswashing levantada pela Anistia Internacional.
Lewis Hamilton comemora o anúncio do retorno da Fórmula 1 à África, com um acordo de dez anos para sediar um Grande Prêmio em Ruanda a partir do início da década de 2030. O heptacampeão mundial faz ressalvas sobre questões do país-sede e ressalta a importância do continente africano na F1.
A Fórmula 1 anunciou o retorno à África após três décadas, com um novo grande prêmio em Ruanda a partir de no mínimo 2030. A pista será construída em Bugesera, a 40 km de Kigali, por empresas ligadas a Alexander Wurz e Hermann Tilke. O traçado terá cerca de 6 km, 17 curvas, sentido anti-horário e grande variação de elevação, sendo a segunda pista mais alta do calendário.
A Fórmula 1 anunciou acordo de dez anos para realizar o Grande Prêmio da África em Ruanda, marcando o retorno da categoria ao continente após 37 anos, com prova prevista entre 2030 e 2031. A reportagem conecta o anúncio à última visita da F1 à África, lembrando que Gabriel Bortoleto recebeu o prêmio de melhor novato da FIA em Ruanda após conquistar o título da Fórmula 2 em 2024. O texto também percorre a temporada histórica do brasileiro que o levou à Fórmula 1.
A Fórmula 1 confirmou um acordo de dez anos com Ruanda para a realização do Grande Prêmio da África, marcando o retorno da categoria ao continente após 37 anos, desde 1993. A prova deve estreiar por volta de 2030 ou 2031, com a construção de um circuito permanente em Bugesera, projetado por Alex Wurz em colaboração com Hermann Tilke. A última corrida na África foi o GP da África do Sul de 1993, vencido por Alain Prost em Kyalami.
A Fórmula 1 anunciou um acordo de dez anos com Ruanda para sediar um Grande Prêmio a partir do início da década de 2030, marcando o retorno da categoria à África pela primeira vez desde 1993. O anúncio foi feito pelo CEO Stefano Domenicali em Kigali, ao lado do presidente Paul Kagame e do presidente da FIA. O projeto prevê a construção de um circuito de padrão internacional próximo ao novo aeroporto de Bugesera.
A Fórmula 1 anunciou o retorno ao continente africano com a assinatura de um contrato de dez anos para a realização do GP de Ruanda, a partir da temporada 2030-2031. A prova será disputada em um novo circuito no distrito de Bugesera, a 40 km ao sul de Kigali, projetado em harmonia com a paisagem natural. A última corrida da categoria na África foi o GP da África do Sul em 1993, vencido por Alain Prost.
A Fórmula 1 anunciou um acordo de dez anos para realizar o Grande Prêmio da África em Ruanda, marcando o retorno da categoria ao continente após 37 anos, com estreia prevista entre 2030 e 2031. A prova será disputada no Rwanda International Circuit, a ser construído em Bugesera, próximo a Kigali, com projeto de Alex Wurz e do escritório de Hermann Tilke. O presidente da F1, Stefano Domenicali, destacou o momento histórico e o potencial do mercado africano, enquanto Lewis Hamilton vê atendida uma antiga reivindicação.
Tim Kennedy, ex-lutador do UFC, foi atingido por três tiros na perna durante uma emboscada na província de Kivu do Sul, na República Democrática do Congo. O ataque, atribuído a forças associadas a Erik Prince e possivelmente executado pelo Exército ruandês, resultou em cerca de 20 mortos e feridos. Kennedy segue em tratamento no Centro Médico Militar Nacional Walter Reed, nos Estados Unidos.
A Fórmula 1 deve receber uma prova em Ruanda em 2030, segundo acordo selado e divulgado pelo site Racing News 365. O país planeja construir um circuito a cerca de 40 quilômetros de Kígali, perto do Aeroporto Internacional de Bugesera. O retorno da categoria à África conta com o apoio de Lewis Hamilton, do CEO da F1 Stefano Domenicali e do presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem.
A seleção de Cabo Verde, sensação da Copa do Mundo, atravessa uma má fase nas Eliminatórias para a Copa Africana de Nações, com derrotas para Mali e Ruanda. O goleiro Vozinha cometeu falhas decisivas nos dois jogos e é o foco das críticas da matéria. O texto também aborda a troca de técnico, com a saída de Bubista e a chegada de Humberto Bettencourt.
Cabo Verde, sensação da Copa do Mundo, foi derrotado por 2 a 1 por Ruanda, dentro de casa, pelas Eliminatórias da Copa Africana de Nações. O goleiro Vozinha voltou a cometer um erro decisivo, após já ter falhado na derrota para o Mali. Com a segunda derrota seguida na Data Fifa, a seleção cabo-verdiana caiu para a última colocação do grupo, que ainda conta com Mali e Libéria.
O goleiro Vozinha, sensação de Cabo Verde na Copa do Mundo de 2026, voltou a ser assunto após falhar em gol de Ruanda nas Eliminatórias da Copa Africana de Nações. Em entrevista ao The Observer, o atual goleiro do Colo-Colo desabafou sobre a perda de privacidade e os impactos da repentina fama em sua rotina. Ele também revelou ter recusado patrocínios de casas de apostas, tabaco e álcool, e celebrou a indicação à Bola de Ouro como vitória coletiva para Cabo Verde.
O colunista Mauro Cezar Pereira critica a incoerência ética da Premier League, que baniu casas de apostas da frente das camisas a partir de 2026/27 sob argumento de responsabilidade social, mas segue aceitando dinheiro de regimes autoritários. Ele cita o patrocínio 'Visit Rwanda' no Arsenal e no Aston Villa, ligado ao governo de Paul Kagame, e a compra do Newcastle pelo fundo saudita PIF como exemplos de critérios éticos seletivos. Para o autor, a medida de proteção ao consumidor não serve de certificado de coerência moral para o futebol inglês.
O Al Hilal Omdurmam, do Sudão, conquistou seu quarto título nacional consecutivo, mas em três países diferentes, atuando como convidado em ligas de nações vizinhas devido à guerra civil em seu país. Apesar da conquista em Ruanda, a equipe não garante vaga na Liga dos Campeões da África, necessitando disputar um torneio específico para times sudaneses.
A matéria investiga a relação de patrocínio entre o governo de Ruanda e os quatro semifinalistas da Liga dos Campeões da Europa: Arsenal, Atlético de Madri, Paris Saint-Germain e Bayern de Munique. O governo ruandês é acusado de financiar a milícia M23, envolvida em conflitos e violações de direitos humanos na República Democrática do Congo, gerando pressão de torcedores sobre os clubes europeus.