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Verstappen vence Grande Prêmio de Singapura, e Antonelli se aproxima do título da F1 2026 A Fórmula 1 confirmou nesta terça-feira um acordo de dez anos com Ruanda para a realização do Grande Prêmio da África. O anúncio marca o retorno da principal categoria do automobilismo mundial ao continente africano, ausente do calendário desde 1993. A previsão é que a prova estreie no início da próxima década, possivelmente em 2030 ou 2031. Mariana Becker comenta vitória de Max Verstappen no GP de Singapura de F1 O acordo prevê a construção de um circuito permanente em Bugesera, a cerca de 40 quilômetros de Kigali, capital do país. O ano exato da primeira corrida ainda não foi definido e dependerá do cronograma das obras. As informações foram publicadas pelo jornal espanhol AS após o anúncio oficial da categoria. O projeto do Rwanda International Circuit foi desenvolvido pelo ex-piloto de Fórmula 1 Alex Wurz, em colaboração com o escritório do engenheiro Hermann Tilke, conhecido por projetar diversos autódromos utilizados pela categoria. A proposta prevê um traçado com curvas de média e alta velocidade, inspirado em circuitos tradicionais do automobilismo. 1 de 1 F1 confirma volta à África após 37 anos com GP em Ruanda — Foto: REUTERS/Jakub Porzycki F1 confirma volta à África após 37 anos com GP em Ruanda — Foto: REUTERS/Jakub Porzycki F1 voltará a disputar corrida na África após mais de três décadas A última passagem da Fórmula 1 pelo continente africano ocorreu em 1993, com o Grande Prêmio da África do Sul, realizado no circuito de Kyalami. A prova terminou com a vitória do francês Alain Prost, então piloto da Williams. A África do Sul recebeu corridas válidas pelo Mundial em diferentes períodos entre 1962 e 1993, mas nenhuma etapa foi realizada no continente desde então. Nos últimos anos, a categoria avaliou possibilidades de retorno, incluindo projetos na própria África do Sul e no Marrocos.