O Conselho Deliberativo do São Paulo rejeitou por uma votação apertada a suspensão de Olten Ayres de Abreu Júnior da presidência do órgão. A decisão evitou o afastamento do dirigente por 120 dias, apesar de ele responder a um inquérito policial por falsidade ideológica e um processo na Comissão de Ética do clube. Olten publicou uma nota celebrando a decisão, afirmando que houve exercício regular de suas atribuições e reafirmando seu compromisso com o São Paulo.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres de Abreu Júnior, negou o uso de um veículo cedido ao clube para cometer 171 multas de trânsito. A declaração ocorre antes de uma votação que pode afastá-lo preventivamente do cargo por 120 dias, em meio a um processo disciplinar interno. Olten alega que não foi notificado sobre as infrações e que a publicação das multas coincide com momentos decisivos da política interna do clube.
O presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres, destituiu a Comissão de Ética do clube após esta recomendar seu afastamento preventivo. A decisão ocorreu em meio a investigações sobre suposta gestão temerária e falsidade ideológica, e uma disputa interna por uma reforma estatutária.
A Polícia Civil instaurou um inquérito para investigar possível falsidade ideológica cometida por Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo. A investigação visa apurar se um documento assinado por membros do Conselho Consultivo foi entregue pronto para assinatura por Ayres, sem discussão prévia do colegiado. O caso foi encaminhado às autoridades após um relatório da Comissão de Ética do clube apontar discrepâncias entre o documento e a realidade dos fatos.
Olten Ayres, presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, criticou a falta de renovação no quadro de dirigentes do clube, apontando que o clube errou ao não abrir espaço para nomes mais jovens. Ele defendeu uma reforma estatutária com foco em governança e transparência, e indicou que seu grupo apoiará um candidato de oposição na próxima eleição.
O São Paulo Futebol Clube demitiu uma secretária ligada ao presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres, sob suspeita de atuação "fantasma". Ayres defendeu a funcionária, alegando que seu trabalho remoto e uso de e-mail externo eram para segurança e organização, enquanto o clube apura registros de ponto idênticos e uso de domínio privado.
Áudios revelam um suposto esquema de venda irregular de ingressos de camarote no Morumbi, envolvendo o presidente do Conselho Deliberativo do São Paulo, Olten Ayres. Seu amigo, Felício Borzani Neto, confirmou que o dirigente cedeu ingressos, que teriam sido intermediados e vendidos pelo filho de Felício, Lucca Monteiro Borzani.
Torcedores do São Paulo protestaram contra o presidente Julio Casares em frente ao clube social e nas arquibancadas do Morumbi. As manifestações ocorrem às vésperas da votação do impeachment de Casares, com críticas direcionadas também ao presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres, e a ex-diretores envolvidos em um esquema de venda de ingressos.