O artigo analisa a crise do Brasil na posição de lateral de cara ao ciclo da Copa do Mundo de 2030, com base no ranking de valores de mercado do Transfermarkt. Wesley, da Roma, é o único brasileiro entre os 60 laterais mais valiosos do mundo, ocupando a 21ª posição com 40 milhões de euros. O texto destaca ainda o domínio do PSG, clube dos dois laterais mais caros do futebol mundial atual.
O técnico Carlo Ancelotti revelou que a CBF enfrenta dificuldades para realizar amistosos da Seleção Brasileira em solo brasileiro, citando o calendário internacional como principal obstáculo. O diretor Rodrigo Caetano reforçou que a confederação segue buscando jogos no país, com mais chances a partir do segundo semestre, quando ocorrem os duelos sul-americanos das Eliminatórias para a Copa de 2030.
O colunista Walter Casagrande Jr. elogia a convocação da seleção brasileira para amistosos de início de ciclo pós-Copa, avaliando que a lista de jovens convocados é melhor que a primeira. Ele destaca nomes como Lucas Perri, Pedro Morisco, Jair Cunha, Vitor Reis e André Luiz, analisando o potencial de cada um. O autor defende que esses testes são valiosos para formar o grupo rumo à Copa de 2030.
O colunista Rafael Reis analisa as duas 'caras novas' da última convocação de Carlo Ancelotti para a seleção brasileira: Marlon Gomes e Alisson Santana, ambos do Shakhtar Donetsk da Ucrânia. O texto detalha as características técnicas de cada jogador e como podem se encaixar no desenho tático para os amistosos contra Japão e Singapura. A reportagem também contextualiza o ciclo preparatório para a Copa do Mundo de 2030.
O artigo destaca a excelente fase de Carlos Augusto, lateral-esquerdo revelado pelo Corinthians que defende a Inter de Milão. Em apenas oito jogos na temporada 2026/27, ele já superou seu recorde pessoal de gols e é o terceiro maior artilheiro do time italiano, atrás apenas de Lautaro Martínez e Marcus Thuram. Com a lateral esquerda carente de opções, o jogador surge como candidato à convocação de Ancelotti para os amistosos contra Japão e Singapura, no ciclo preparatório para a Copa de 2030.
Coluna com base em dados do Transfermarkt mostra que o Brasil não tem nenhum goleiro entre os 30 mais valiosos do futebol mundial, levantando preocupações para a Copa de 2030. Alisson, aos 34 anos, segue como o goleiro brasileiro de maior valor de mercado (15 milhões de euros, 32º no ranking), enquanto Hugo Souza, Gabriel Brazão e Luiz Júnior dividem o 44º lugar. Carlo Ancelotti testa diferentes goleiros na seleção sem encontrar um camisa 1 incontestável para o ciclo preparatório do Mundial-2030.
Em sua primeira convocação após a Copa do Mundo, Carlo Ancelotti inicia o ciclo da Seleção Brasileira para 2030 privilegiando jogadores com histórico nas categorias de base: 24 dos 26 chamados já defenderam o país em seleções inferiores. A reportagem detalha a integração entre as comissões técnicas das seleções Sub-15, Sub-17 e Sub-20 e a equipe principal, destacando o trabalho do coordenador Branco e dos dirigentes da CBF. O Brasil encerra a Super Data FIFA com amistosos contra a Austrália e a Índia.
Brasil e Índia se enfrentam neste sábado em amistoso no Estádio Salt Lake, em Calcutá, no novo ciclo da Seleção visando a Copa de 2030. A matéria informa onde assistir, as mudanças esperadas na escalação de Ancelotti e o corte de Raphinha por lesão. Também contextualiza o histórico recente da Índia, com suspensões da Fifa e o título do Campeonato SAFF em 2021.
A seleção brasileira enfrenta a Índia em amistoso em Calcutá, adversária mais fraca (138ª do ranking da Fifa) encarada pelo Brasil em 28 anos. A reportagem contextualiza o histórico de jogos contra equipes mal classificadas e detalha as fragilidades do futebol indiano. O texto também explica o novo formato da Superdata Fifa, janela estendida de 16 dias que valerá até o ciclo da Copa de 2030.
A Seleção Brasileira venceu a Austrália por 4 a 2 em amistoso em Brisbane, dando a Carlo Ancelotti indicativos táticos positivos com três meio-campistas, embora tenha faltado qualidade no último passe. O alerta da noite foi Raphinha, que marcou de pênalti mas deixou o campo com dores na coxa, gerando preocupação no Barcelona enquanto aguarda os exames. A crônica ainda aborda a renovação do time mirando a Copa de 2030 e a leitura de Juca Kfouri sobre a escolha de Ancelotti pela CBF e o possível afastamento de Neymar dos planos.
Austrália e Brasil se enfrentam nesta terça-feira (29), às 7h (de Brasília), no Suncorp Stadium, em Brisbane, no segundo amistoso da Data Fifa entre as equipes. O compromisso faz parte do novo ciclo da Seleção Brasileira visando a Copa de 2030. O técnico Carlo Ancelotti promoveu sete mudanças na equipe, incluindo a estreia do goleiro Otávio, a entrada de Rayan no lugar de Endrick e a adoção do esquema tático 4-3-3.
Austrália e Brasil se enfrentam nesta terça-feira (29), às 7h (de Brasília), no Suncorp Stadium, em Brisbane, no segundo amistoso da Seleção Brasileira no novo ciclo visando a Copa de 2030. A partida terá transmissão da TV Globo, do SporTV e da Ge TV. O texto relembra o empate em 1 a 1 no primeiro duelo e antecipa mudanças na escalação de Ancelotti, com a possível estreia de Otávio como titular e Rayan no lugar de Endrick.
Coluna esportiva apresenta sete seleções nacionais que merecem atenção do torcedor no ciclo preparatório para a Copa do Mundo de 2030. Entre os destaques estão Alemanha com Jürgen Klopp, Marrocos, Grécia, Equador, Noruega, Geórgia e Itália. O texto também menciona a estreia do Brasil no ciclo, com empate em 1 a 1 contra a Austrália.
A seleção brasileira empatou em 1 a 1 com a Austrália em amistoso que marcou o início do ciclo para a Copa de 2030, repetindo erros da eliminação na Copa do Mundo. A análise critica a falta de senso de urgência e de controle de jogo da equipe de Carlo Ancelotti, que só evitou a derrota com gol de Rayan nos acréscimos. O texto aponta decepção do torcedor e aumento da pressão sobre o time no início do novo ciclo.
O colunista Milton Neves critica duramente a atuação da seleção brasileira no empate em 1 a 1 com a Austrália, em amistoso em que o gol salvador saiu apenas no último lance. O texto questiona a falta de criatividade e lentidão do time de Ancelotti, mesmo com gramado ruim como atenuante. O autor sugere que a seleção passou por um momento 'tenebroso' e cobra mudanças rumo à Copa de 2030.
A reportagem lista sete jogadores brasileiros que podem ser naturalizados e defender outras seleções até a Copa de 2030, como Róger Guedes, Yuri Alberto, Enzo Alves e Renato Marin. O texto explica os critérios de elegibilidade, como tempo de residência, cidadania por descendência e passagens pelas seleções de base de outros países. Destaca ainda que a CBF já tentou reter alguns desses atletas sem sucesso.
O Brasil empatou em 1 a 1 com a Austrália no primeiro amistoso do ciclo preparatório para a Copa de 2030, em Townsville. A atuação expôs fragilidades no meio-campo e na defesa, com destaque para o gol de empate de Rayan nos acréscimos. Carlo Ancelotti testou jovens como Endrick e Estêvão, pedindo paciência com o recomeço da seleção.
A Seleção Brasileira inicia um novo ciclo de preparação na Austrália sob o comando de Carlo Ancelotti, com novidades escaladas para o amistoso, como Vitor Reis ao lado de Marquinhos na defesa. Bruno Guimarães reflete sobre o pênalti perdido na eliminação contra a Noruega, enquanto a renovação do grupo mira a Copa de 2030. Estêvão segue como titular e prestigiado pelo técnico, ao lado de Vini Jr., Raphinha e Endrick, simbolizando a confiança na nova geração.
A reportagem analisa a renovação das lideranças da seleção brasileira no início do ciclo rumo à Copa de 2030. O técnico Carlo Ancelotti escolheu Marquinhos, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Vini Jr. e Raphinha para liderar a transição entre gerações, enquanto Neymar, Casemiro e Danilo perdem protagonismo. A convocação traz nove estreantes e os primeiros compromissos serão contra a Austrália e a Índia.
O artigo analisa a renovação da seleção brasileira de futebol para o ciclo da Copa do Mundo de 2030, destacando sete novos jogadores que podem surgir como opções. A reportagem considera a performance em clubes europeus e o potencial de desenvolvimento desses atletas para o futuro do time nacional.