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O Brasil reabriu a estrada para 2030 sem encontrar caminho livre: no primeiro amistoso pós-Copa, empatou por 1 a 1 com a Austrália, em Townsville. Irankunda abriu o placar numa cobrança de falta, Estêvão chegou a balançar a rede antes de ter o gol anulado pelo VAR, e Rayan evitou a derrota de cabeça, no último lance — um suspiro tardio para uma atuação que deixou mais perguntas do que respostas. [ , ] Carlo Ancelotti abriu espaço para a juventude: Endrick e Estêvão começaram, enquanto Vitor Reis formou a zaga com Marquinhos. O veterano, em seu quarto ciclo de Copa, resumiu a regra do recomeço: ninguém tem cadeira cativa. A escalação também reacendeu o debate sobre Estêvão por dentro, como camisa 10, e sobre o equilíbrio de um time montado com quatro atacantes. [ , , ] O empate expôs o que ainda range: gramado ruim, pouco controle do meio e dificuldades para furar a defesa australiana. Danilo reconheceu que a equipe não dominou a faixa central; Ancelotti pediu paciência com os testes, enquanto Hugo Souza voltou a ser questionado por inseguranças em bolas aéreas e no gol sofrido. A análise crítica do início de ciclo apontou um percurso longo até uma seleção mais convincente. [ , , , ] Rayan saiu do banco e virou personagem da noite: contou que o gol nasceu de uma jogada ensaiada e já tratou o próximo encontro com a Austrália como revanche. A agenda segue em Brisbane e depois na Índia. Em paralelo, a preparação para a Copa do Mundo Feminina de 2027 avançou com inspeções nos estádios brasileiros e inscrições abertas para o programa de voluntariado. [ , , , ]