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Futebol Quem são os novos líderes da seleção brasileira no ciclo de 2030? Vitor Pajaro Colaboração UOL, de Brisbane (AUS) 23/09/2026 16h31 Atualizada em 23/09/2026 16h31 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Raphinha e Vini Jr. estão entre as lideranças da seleção no novo ciclo Imagem: MB Media/Getty Images A renovação da seleção brasileira para a Copa de 2030 passa não só pela chegada de novos nomes, mas também por uma mudança nas lideranças do elenco. Neymar, Casemiro e Danilo já não têm o mesmo protagonismo de ciclos anteriores. Enquanto Marquinhos segue como uma das referências do grupo, outros jogadores começam a assumir mais responsabilidades nesta caminhada até 2030. Carlo Ancelotti apontou quem espera que exerça esse papel ao citar na convocação que Marquinhos, Gabriel Magalhães, Bruno Guimarães, Vini Jr. e Raphinha como jogadores escolhidos para ajudar na transição entre gerações. Thais Bilenky Messias x Andrei é 2ª parte de Mendonça x Moraes Alexandre Borges Messias falha politicamente ficando em cima do muro Josias de Souza Trump fantasiado de Rambo é um problema PVC Caminhos do São Paulo para voltar a ser gigante "Escolhi esses jogadores para ajudarem nessa mudança de geração. Eles são jogadores muito importantes para o futuro, estamos certos de que por compromisso, seriedade, profissionalismo, vão ajudar o grupo dos jovens a melhorar e se prepararem para as próximas competições", afirmou Ancelotti. O quinteto reúne jogadores em diferentes estágios de trajetória pela seleção. Marquinhos é o mais experiente. Capitão do Brasil na última Copa do Mundo, o zagueiro chegou a 108 partidas pela equipe durante o Mundial e está atrás apenas de Thiago Silva entre os zagueiros que mais defenderam a seleção. Vini Jr. também ultrapassou uma marca importante durante a Copa ao completar 50 jogos pela equipe principal. Aos 26 anos, já disputou dois Mundiais, assim como Raphinha. Capitão e destaque do Barcelona, o meia-atacante busca repetir na seleção o protagonismo que tem na Espanha após uma Copa em que disputou apenas duas partidas e não marcou gols. O zagueiro Gabriel Magalhães tem uma história recente na seleção, mas terminou o último ciclo estabelecido entre os titulares. Ele chega ao novo período depois de uma temporada de destaque pelo Arsenal, onde foi peça importante na conquista do Campeonato Inglês. Bruno Guimarães talvez seja um dos exemplos mais claros dessa passagem de bastão. Na primeira convocação dele, em 2020, o meio-campista chegou a uma seleção que tinha como principais líderes Thiago Silva, Daniel Alves e o próprio Neymar. Seis anos depois, Bruno está perto de completar 50 partidas pela seleção. São 48 jogos e duas Copas disputadas. Continua após a publicidade "O mais importante é passar confiança aos mais jovens, para quem está chegando a primeira vez. Minha primeira convocação foi em 2020, desde lá muita coisa aconteceu na minha vida. Acho que o mais importante quando cheguei aqui foi que todos os mais velhos me passaram confiança para que eu pudesse me sentir o mais à vontade possível para desempenhar o meu melhor futebol. Agora estou nessa missão de passar confiança para os mais jovens, para que eles possam se sentir o melhor possível", afirmou Bruno. Nove estreantes na Austrália A mudança de papel dos jogadores mais experientes acontece justamente em uma convocação marcada pela chegada de novos nomes. Dos 26 jogadores reunidos por Ancelotti, nove vivem a primeira experiência com a seleção principal: Pedro Morisco, Otávio, Arthur Dias, Jair, Matheuzinho, Mauro Júnior, Breno Bidon, Gabriel Bontempo e Martinelli. A presença de tantos jogadores novos faz parte da estratégia anunciada por Ancelotti para o início do ciclo. O treinador afirmou que pretende priorizar atletas que tenham idade para disputar a Copa América de 2028 e a Copa do Mundo de 2030 e aproveitar os próximos períodos de preparação para aumentar o número de jogadores observados. "A ideia é muito clara: colocar uma nova geração de futebolistas. Podemos fazer um trabalho sem pressa, tomando a decisão mais correta para o futuro", disse Ancelotti ao anunciar a convocação. Continua após a publicidade Bruno também vê os primeiros compromissos depois da Copa como oportunidade para o treinador conhecer novas opções. "Acho que a renovação é sempre importante. Obviamente não dá para mudar tudo da noite pro dia, tem muitos grandes jogadores que permaneceram, outros grandes jogadores que estão vindo. É importante o professor também, nesse começo, ter um leque a mais de opções, ele descobrir outros jogadores, ver treinando, ver como é que se comporta no dia a dia", concluiu o jogador do Arsenal. A seleção inicia os compromissos do novo ciclo oficialmente nesta sexta-feira (25), em Townsville, na Austrália, contra os donos da casa. Na terça (29), o adversário será o mesmo, mas em Brisbane. As duas partidas estão marcadas para às 7h (horário de Brasília). Depois da Austrália, a seleção viaja rumo a Calcutá, onde enfrenta a Índia no dia 3 de outubro. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Borges: Messias falha politicamente ficando em cima do muro em crise do STF Fux manda Alcolumbre apresentar detalhes sobre visitas de Vorcaro e Lulinha Ronaldo reúne os quatro filhos em foto rara: 'O tempo passa' Vítimas denunciam fisioterapeuta presa por queimaduras e mutilação em GO STF unifica prazos de licença-maternidade em 120 dias