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Em Brisbane, o Brasil respondeu ao empate anterior com uma vitória por 4 a 2 sobre a Austrália. Mais do que o placar, a partida ofereceu a Carlo Ancelotti uma pista tática: com três meio-campistas, a equipe ganhou equilíbrio e mostrou poder de reação depois de ficar atrás no marcador — embora ainda tenha faltado quem desse o último passe. [ ] A noite teve, porém, um alerta: Raphinha marcou de pênalti, mas deixou o amistoso com dores na coxa. Joan Laporta manifestou preocupação com a Data Fifa, enquanto o Barcelona aguarda exames para avaliar a situação do atacante; por ora, a incerteza pesa mais do que qualquer conclusão sobre a lesão. [ ] Na meta, Otávio recebeu o voto de confiança do treinador apesar da participação no primeiro gol australiano, e Pedro Morisco foi confirmado como titular contra a Índia. A aposta nos jovens também esteve no centro do recado de Ancelotti: a convocação faz parte de um processo de renovação mirando o ciclo da Copa de 2030. [ ] [ ] O próximo capítulo será em Calcutá, diante de uma Índia descrita como a adversária de pior posição no ranking da Fifa enfrentada pelo Brasil em 28 anos. O dado dá ao amistoso um contraste curioso: para o rival, uma oportunidade rara de medir forças com uma potência; para a equipe brasileira, mais um teste para transformar experimentos em evolução. [ ] Fora do campo, Juca Kfouri usou a crise entre Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus para interpretar a escolha de Carlo Ancelotti pela CBF, argumentando que o episódio ajuda a explicar por que Neymar poderia não estar nos planos do treinador português. Uma leitura opinativa que acrescenta ruído de bastidor a um dia já marcado por ajustes, expectativa e cautela. [ ]