O Palmeiras está perto de fechar um novo patrocínio com a montadora chinesa Leapmotor, que pode render até R$ 30 milhões por ano. O acordo de dois anos prevê a exibição da marca nas costas da camisa alviverde, substituindo a Fictor. Parte do valor é fixo e outra parte está atrelada a metas e projetos via Lei Federal de Incentivo.
O Palmeiras está próximo de fechar um novo contrato de patrocínio máster com a Leapmotor, fabricante chinesa de automóveis. O acordo, que prevê um vínculo de três anos e renderá R$ 30 milhões por temporada, substituirá a parceria com o Grupo Fictor, que solicitou recuperação judicial. A Leapmotor estampará os uniformes das equipes profissional masculina e feminina, além de ser máster das categorias de base.
O Palmeiras está próximo de fechar um novo contrato de patrocínio para um espaço em sua camisa após rescindir com a Fictor. A empresa chinesa Leapmotor é a favorita para ocupar a vaga, com expectativa de se tornar o segundo maior patrocínio do clube. A negociação ocorre em meio a mudanças na diretoria de marketing do clube.
O Palmeiras está em fase de avaliação de propostas de patrocínio para substituir a empresa Fictor, que encerrou sua parceria após solicitar recuperação judicial. A diretoria alviverde busca um novo patrocinador máster para as costas do uniforme e para as categorias de base, com decisão esperada para o início de março. A Fictor estampava o uniforme do time profissional e de base, mas seu pedido de recuperação judicial levou à rescisão contratual.
Uma empresa chamada Omverso processa o Palmeiras por entender que tem direito a comissão pelo acordo de patrocínio com a Fictor. A Omverso anexou conversas de WhatsApp entre representantes da empresa e o vice-presidente do clube, Everaldo Coelho, além de fotos da visita de funcionários da Fictor à Academia de Futebol e conversas com Leila Pereira, para sustentar sua tese de intermediação. O Palmeiras não comentou o processo, mas fontes indicam que o clube não se preocupa, pois não há documentos que comprovem a intermediação da Omverso.
Danilo Lavieri, em artigo para o UOL, critica a rescisão unilateral do Palmeiras com a Fictor, apontando uma contradição nas falas da presidente Leila Pereira. O colunista destaca que a decisão da empresa de recuperação judicial prejudica o clube, que tem R$ 75 milhões a receber, e que a Fictor não estampará mais sua marca na camisa.
O artigo discute o acordo de patrocínio entre o Palmeiras e a empresa Fictor, que rescindiu o contrato devido a um pedido de recuperação judicial da Fictor. Apesar dos alertas sobre a Fictor, a diretoria do clube, liderada por Leila Pereira, fechou o acordo, buscando respaldo jurídico. Agora, o Palmeiras tenta encontrar um novo patrocinador para suprir a perda financeira.
O Palmeiras e o Grupo Fictor estudam o rompimento de contrato devido ao pedido de Recuperação Judicial da empresa. Existem duas vias principais: rescisão unilateral pelo clube ou um acordo amigável entre as partes, com possibilidade de parcelamento do valor restante do contrato original de R$ 75 milhões.
O Grupo Fictor, um dos principais patrocinadores do Palmeiras, entrou com um pedido de recuperação judicial com dívidas de R$ 4 bilhões. O Palmeiras tomou conhecimento da situação pela imprensa e o Departamento Jurídico do clube está analisando as medidas a serem adotadas. O contrato de patrocínio, iniciado em março de 2025, previa o patrocínio máster do sub-20 e a marca nas costas dos times profissional e feminino, além do naming rights de um torneio sub-17.
O Palmeiras anunciou a rescisão do contrato de patrocínio com o Grupo Fictor devido a inadimplemento contratual e ao pedido de recuperação judicial da empresa. O clube estuda medidas legais para reaver os valores devidos. O acordo, firmado em março de 2025, previa o patrocínio máster do sub-20 e a presença da marca nas costas dos times profissional e feminino, com investimento de R$ 30 milhões.
O Palmeiras anunciou a rescisão unilateral do contrato de patrocínio com a Fictor devido a inadimplemento contratual e pedido de recuperação judicial da empresa. O acordo, firmado em março de 2025, previa o pagamento de R$ 75 milhões em três anos e a Fictor estampava o espaço máster e costas do clube. A dívida com o Palmeiras refere-se à última parcela de patrocínio e bonificações não pagas.
A Fictor, patrocinadora máster do Palmeiras na base e nas costas do profissional, enfrenta dificuldades financeiras e atrasa pagamentos a investidores. Apesar disso, o clube afirma que os repasses do contrato estão em dia e que está ciente dos problemas da empresa.
A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) anunciou um novo e significativo patrocínio privado de R$ 21 milhões da Fictor, grupo de investimentos em alimentação e infraestrutura. O acordo, válido até março de 2029, é considerado o maior da história da entidade e equipara o investimento da Fictor ao seu patrocínio máster nas categorias de base do Palmeiras.