Novas regras da Fórmula 1 para a temporada de 2026, focadas em motores e gestão de energia, geram opiniões divididas entre os pilotos. Enquanto alguns criticam a artificialidade e a redução da habilidade do piloto, outros defendem a busca por mais emoção para os fãs e a necessidade de planejamento estratégico.
Gabriel Bortoleto, piloto da Audi na F1, expressou confiança na evolução da equipe, projetando que a montadora se tornará uma das principais fabricantes de motores da categoria em breve. Apesar de ser o primeiro ano com motor próprio e um novo regulamento, a Audi já conquistou seus primeiros pontos no GP da Austrália, com Bortoleto em nono lugar.
A fabricante chinesa de carros BYD está considerando entrar na Fórmula 1, de acordo com informações do site Bloomberg. A empresa vê a categoria como uma oportunidade de expandir sua marca globalmente, especialmente com a transição para motores híbridos. No entanto, a BYD ainda não tomou uma decisão final, e a entrada na F1 envolveria custos significativos ou a aquisição de uma equipe existente.
Oscar Piastri, piloto da McLaren, prevê que as corridas de Fórmula 1 em 2026 apresentarão "muitas anomalias" devido às significativas mudanças no sistema de recuperação de energia dos motores. A nova configuração, que aumenta a potência elétrica para 50% do total, exige que os pilotos recuperem mais energia, o que pode gerar dificuldades em pistas com poucas zonas de frenagem, como Melbourne e Jedá. A visão de Piastri é compartilhada por seu chefe de equipe, Andrea Stella, que antecipa variações na ordem de forças das equipes dependendo das características de cada circuito.
A Mercedes revelou oficialmente o desenho do W17, seu carro para a temporada de 2026 da Fórmula 1. O novo modelo segue o esquema de cores tradicional, mas com novidades visuais. A equipe busca iniciar com força o novo regulamento técnico e de motores, com rumores apontando vantagem em suas unidades de potência.
A Fórmula 1 em 2026 trará uma revolução nos carros e motores com um novo regulamento técnico. Aston Martin e Alpine já divulgaram os primeiros sons de seus novos propulsores, com a Aston Martin utilizando motores Honda e a Alpine motores Mercedes. As unidades de potência continuarão sendo turbo V6 híbridas, mas com mudanças significativas na recuperação de energia e no uso de combustíveis 100% sustentáveis.