Um Honda NSX de 1991 utilizado por Ayrton Senna durante suas estadias em Portugal será leiloado em Londres pela RM Sotheby's, com avaliação de até R$ 5,7 milhões. O veículo foi disponibilizado pela Honda ao tricampeão mundial de Fórmula 1 e aparece em registros do documentário sobre o piloto. Após a morte de Senna em 1994, o carro passou por diversos proprietários, e o lote inclui documentação que comprova sua procedência.
A Honda confirmou a promoção do brasileiro Diogo Moreira à equipe principal de fábrica (HRC) para a temporada 2027 da MotoGP. A ascensão ocorre após um ano de destaque do piloto na equipe satélite LCR, incluindo um segundo lugar na corrida sprint do GP do Japão. Fabio Quartararo será o novo companheiro de equipe de Moreira, e o Rio de Janeiro sediará o evento de lançamento da temporada 2027.
O brasileiro Diogo Moreira conquistou seu primeiro pódio na MotoGP ao terminar em 2º lugar na corrida Sprint do GP do Japão, em Motegi. Ele aproveitou punições de Jorge Martín e Enea Bastianini, além de erros de rivais, para subir ao pódio. É o primeiro pódio de um brasileiro na categoria desde Alex Barros, em 2007, e o primeiro em corridas Sprint.
Fernando Alonso revelou que a renovação de contrato com a Aston Martin foi decidida em uma conversa de apenas cinco minutos com o proprietário Lawrence Stroll, garantindo sua permanência na Fórmula 1 após os 46 anos. O bicampeão mundial, de 45 anos, reflete sobre sua motivação para continuar mesmo com a temporada difícil da equipe, que soma apenas três pontos em 15 etapas. O espanhol também fala sobre sua longevidade na categoria, capacidade de adaptação tecnológica e o período sabático entre 2019 e 2021.
A Aston Martin anunciou a extensão do contrato de Fernando Alonso até a temporada de 2027 da Fórmula 1, mantendo também Lance Stroll como companheiro de equipe. Aos 45 anos, o bicampeão mundial encerrou especulações sobre seu futuro e declarou estar comprometido com o projeto de longo prazo da escuderia. A equipe vive temporada difícil, ocupando a 10ª posição entre 11 equipes, com apenas três pontos conquistados.
A Aston Martin implementou melhorias para reduzir as vibrações no carro, um problema identificado pela Honda que afetava pilotos e componentes. Apesar da solução, Fernando Alonso expressou ceticismo sobre a chegada de novas peças significativas nas próximas provas, enquanto o diretor de pista Mike Krack confirmou melhorias para o GP do Canadá.
Fernando Alonso abandonou o GP da China de Fórmula 1 devido a fortes vibrações no carro da Aston Martin, que afetaram suas mãos e pés. O piloto criticou o novo regulamento da categoria, chamando-a de "mundial de baterias" e lamentando o baixo nível de espetáculo com vários abandonos por problemas técnicos. A equipe busca soluções junto à Honda para o problema de vibração que assola o carro desde o início da temporada.
Lance Stroll descreve os problemas de vibração na Aston Martin da F1 como um 'choque em cadeira elétrica'. As vibrações anormais no motor Honda da equipe limitam o número de voltas que os pilotos podem dar em Melbourne para evitar danos aos nervos e ao próprio carro.
A Aston Martin, enfrentando sérios problemas com o motor Honda durante os testes de pré-temporada da Fórmula 1, planeja abandonar o GP da Austrália em poucas voltas. A equipe cogitou não participar da corrida, mas a decisão se deu pela falta de confiança e peças, com potencial para atrasos na solução.
A Honda, fornecedora de motores da Aston Martin na Fórmula 1, revelou que vibrações anormais na unidade de potência são a causa principal dos problemas enfrentados pela equipe nos testes de pré-temporada. A empresa admite que a solução pode ser complexa e demorar, afetando o desempenho inicial do time.
A Honda admitiu ter sido a causa principal dos problemas de vibração na bateria da Aston Martin durante a pré-temporada da Fórmula 1. Apesar das dificuldades nos testes, a montadora japonesa comprometeu-se a encontrar soluções antes do início da temporada, trabalhando em colaboração com a equipe.
A Aston Martin anunciou o AMR26, seu carro para a temporada de Fórmula 1 de 2026, com Adrian Newey como novo diretor-técnico. A equipe também iniciará uma parceria com a Honda como fornecedora de motores, buscando superar o desempenho intermediário de anos anteriores.
Joan Mir, da Honda HRC, liderou o segundo dia de testes da pré-temporada da MotoGP em Sepang, Malásia, registrando o tempo mais rápido. A sessão foi marcada por condições climáticas adversas e a ausência da Yamaha oficial. Fabio Quartararo, campeão de 2024, sofreu uma fratura no dedo e está fora dos testes.
A Honda admitiu dificuldades no desenvolvimento do novo motor para a Aston Martin na Fórmula 1 em 2026. Apesar dos desafios, a fabricante japonesa acredita ser possível reverter a situação e manter o foco em melhorar performance e confiabilidade para alcançar o objetivo de ser campeã junto à equipe.
A Fórmula 1 em 2026 trará uma revolução nos carros e motores com um novo regulamento técnico. Aston Martin e Alpine já divulgaram os primeiros sons de seus novos propulsores, com a Aston Martin utilizando motores Honda e a Alpine motores Mercedes. As unidades de potência continuarão sendo turbo V6 híbridas, mas com mudanças significativas na recuperação de energia e no uso de combustíveis 100% sustentáveis.
Adrian Newey, renomado projetista da Fórmula 1, assumirá a função de chefe de equipe na Aston Martin a partir da temporada de 2026. Sua contratação, anunciada oficialmente, visa fortalecer a equipe britânica para o novo regulamento de motores e carros que entrará em vigor no próximo ano. Newey, que deixou a RBR após quase duas décadas, traz consigo um histórico de sucesso com múltiplos títulos.
Max Verstappen, em São Paulo para o GP do Brasil, relembrou suas corridas mais marcantes em Interlagos, destacando a vitória de 2024 em condições de chuva e a corrida de 2016. O piloto holandês também comentou sobre a experiência emocional da vitória em 2024, saindo de uma posição ruim para a liderança. O evento também contou com a participação de outros pilotos e serviu como homenagem à Honda.