A Audi confirmou a saída de Jonathan Wheatley do cargo de chefe de equipe da Fórmula 1, alegando motivos pessoais. Mattia Binotto, atual gestor do projeto, assumirá a função acumulando responsabilidades. Rumores indicam que Wheatley pode se juntar à Aston Martin.
A Aston Martin emitiu um comunicado oficial para desmentir rumores sobre a saída de Adrian Newey do cargo de parceiro e investidor, reafirmando sua posição na equipe. A nota surge em meio a especulações sobre a possível transferência de Jonathan Wheatley para a chefia da escuderia, apesar de a equipe não adotar a função tradicional de chefe de equipe.
O projetista Adrian Newey deixará a chefia da Aston Martin para se dedicar à parte técnica, com Jonathan Wheatley, da Audi, sendo o provável substituto. A troca ocorre em um momento de turbulência para a Aston Martin, que tem enfrentado problemas de desenvolvimento e desempenho na temporada.
Fernando Alonso abandonou o GP da China de Fórmula 1 devido a fortes vibrações no carro da Aston Martin, que afetaram suas mãos e pés. O piloto criticou o novo regulamento da categoria, chamando-a de "mundial de baterias" e lamentando o baixo nível de espetáculo com vários abandonos por problemas técnicos. A equipe busca soluções junto à Honda para o problema de vibração que assola o carro desde o início da temporada.
Lance Stroll descreve os problemas de vibração na Aston Martin da F1 como um 'choque em cadeira elétrica'. As vibrações anormais no motor Honda da equipe limitam o número de voltas que os pilotos podem dar em Melbourne para evitar danos aos nervos e ao próprio carro.
A Aston Martin enfrenta problemas de vibração severa em seu motor Honda, que forçará a limitação do número de voltas de seus pilotos, Fernando Alonso e Lance Stroll, no GP da Austrália. O chefe da equipe, Adrian Newey, explicou que a rigidez do chassi agrava a situação, com estimativas de até 25 voltas para Alonso e 15 para Stroll. A equipe busca identificar e reduzir a origem da vibração para evitar danos nos nervos das mãos.
A Aston Martin, enfrentando sérios problemas com o motor Honda durante os testes de pré-temporada da Fórmula 1, planeja abandonar o GP da Austrália em poucas voltas. A equipe cogitou não participar da corrida, mas a decisão se deu pela falta de confiança e peças, com potencial para atrasos na solução.
Bernie Ecclestone, ex-chefão da Fórmula 1, comentou a crise atual da Aston Martin, afirmando que o título mundial não se compra. Ele usou o jejum de 18 anos da Ferrari como exemplo para ilustrar a dificuldade de montar um conjunto vencedor, mesmo com altos investimentos e bons pilotos. A Aston Martin enfrenta problemas técnicos e de peças antes mesmo do início da temporada, impactando seus pilotos Fernando Alonso e Lance Stroll.
A Honda admitiu ter sido a causa principal dos problemas de vibração na bateria da Aston Martin durante a pré-temporada da Fórmula 1. Apesar das dificuldades nos testes, a montadora japonesa comprometeu-se a encontrar soluções antes do início da temporada, trabalhando em colaboração com a equipe.
A Honda, fornecedora de motores da Aston Martin na Fórmula 1, revelou que vibrações anormais na unidade de potência são a causa principal dos problemas enfrentados pela equipe nos testes de pré-temporada. A empresa admite que a solução pode ser complexa e demorar, afetando o desempenho inicial do time.
A segunda semana de testes da Fórmula 1 2026 no Bahrein concluiu a pré-temporada com domínio da Mercedes em voltas completadas e da Ferrari em tempos de cronômetro. A McLaren se manteve competitiva, enquanto a Aston Martin enfrentou dificuldades significativas.
Craig Skinner, projetista-chefe da Red Bull na Fórmula 1, deixará a equipe após 20 anos. Sua saída ocorre após a partida de outras figuras importantes da escuderia, incluindo Adrian Newey. Skinner foi promovido à função de projetista-chefe há duas temporadas, sucedendo Newey.
Aston Martin e Cadillac enfrentam dificuldades nos primeiros testes da Fórmula 1 2026 no Bahrein, com ambas as equipes sofrendo com falhas mecânicas e baixo desempenho. A Cadillac, nova equipe no grid, acumulou pouca quilometragem e apresentou problemas de confiabilidade, enquanto a Aston Martin também registrou a menor quilometragem e expressou frustração com o ritmo em comparação aos rivais.
A Aston Martin anunciou o AMR26, seu carro para a temporada de Fórmula 1 de 2026, com Adrian Newey como novo diretor-técnico. A equipe também iniciará uma parceria com a Honda como fornecedora de motores, buscando superar o desempenho intermediário de anos anteriores.
A Aston Martin anunciou que perderá os primeiros três dias de testes privados da Fórmula 1 em 2026, em Barcelona. A equipe de Fernando Alonso e Lance Stroll participará apenas dos dois últimos dias da sessão. Outras equipes como McLaren e Williams também tiveram problemas com suas programações de testes.
A Honda admitiu dificuldades no desenvolvimento do novo motor para a Aston Martin na Fórmula 1 em 2026. Apesar dos desafios, a fabricante japonesa acredita ser possível reverter a situação e manter o foco em melhorar performance e confiabilidade para alcançar o objetivo de ser campeã junto à equipe.
A McLaren, atual campeã da Fórmula 1, anunciou que revelará seu carro para a temporada de 2026 em 9 de fevereiro, em uma cerimônia virtual. A apresentação ocorrerá no mesmo dia da Aston Martin e antecede os testes de pré-temporada no Bahrein. A equipe inglesa teve um desempenho dominante em 2025, conquistando os títulos de construtores e pilotos.
A Fórmula 1 em 2026 trará uma revolução nos carros e motores com um novo regulamento técnico. Aston Martin e Alpine já divulgaram os primeiros sons de seus novos propulsores, com a Aston Martin utilizando motores Honda e a Alpine motores Mercedes. As unidades de potência continuarão sendo turbo V6 híbridas, mas com mudanças significativas na recuperação de energia e no uso de combustíveis 100% sustentáveis.
Adrian Newey, renomado projetista da Fórmula 1, assumirá a função de chefe de equipe na Aston Martin a partir da temporada de 2026. Sua contratação, anunciada oficialmente, visa fortalecer a equipe britânica para o novo regulamento de motores e carros que entrará em vigor no próximo ano. Newey, que deixou a RBR após quase duas décadas, traz consigo um histórico de sucesso com múltiplos títulos.
A revista Forbes divulgou sua lista anual de bilionários, incluindo figuras proeminentes da Fórmula 1 como herdeiros da Red Bull, diretores da Liberty Media e chefes de equipe. O artigo destaca as fortunas estimadas de Mark Mateschitz, John Malone, Piero Ferrari, Lawrence Stroll, Bernie Ecclestone e Toto Wolff, além de mencionar os pilotos Max Verstappen e Lewis Hamilton como os atletas mais bem pagos do esporte.