Padre Osvaldo, fundador e dono de 90% da SAF do Catanduva, colocou o clube da terceira divisão do Campeonato Paulista à venda por R$ 1,5 milhão para se dedicar à carreira política como prefeito da cidade. A SAF já recebeu seis propostas, incluindo duas do exterior, e o valor baixo é explicado pela ausência de estádio próprio. Mesmo sem definição sobre a venda, o clube conhecido como 'Santo' disputará a Série A3 do estadual.
O Rio Branco, de Americana, negocia ceder sua marca a uma empresa parceira para disputar a Série A2 do Campeonato Paulista, em acordo registrado no processo de recuperação judicial do clube. A Federação Paulista de Futebol ainda analisa a possibilidade, que criaria uma situação jurídica inusitada, com torcedores vendo um time com a marca do clube que seria, na prática, outra entidade. Se concretizado, o acordo pode beneficiar o São Caetano, que subiria da quarta para a terceira divisão estadual.
Clubes e federações de futebol foram convidados para uma reunião nesta terça-feira, em Brasília, para discutir o cenário do esporte após a Medida Provisória que proibiu as bets no Brasil. O encontro, no Palácio do Planalto, reunirá ministros e deve debater uma linha de crédito de até R$ 20 bilhões via BNDES para socorro financeiro às equipes. A CBF e a Federação Paulista de Futebol participam das articulações, usando o regulamento de Fair Play Financeiro para justificar o acesso ao crédito.
Por Daniel Bocatto, Diego Garcia e Mariana Capra em 2026-09-28
Clubes de São Paulo se reuniram na Federação Paulista de Futebol para debater os impactos da medida provisória que suspende as casas de apostas (bets) no Brasil. O fim imediato das plataformas pode causar perda de R$ 350 a R$ 400 milhões em patrocínios combinados para Palmeiras, São Paulo, Corinthians e Santos. A MP, assinada pelo presidente Lula, prevê que as operações sejam encerradas a partir de 6 de outubro e ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.
Clubes paulistas das Séries A e B do Campeonato Brasileiro farão uma reunião de emergência na sede da Federação Paulista de Futebol para discutir o veto do governo federal às casas de apostas (bets). A principal preocupação é reduzir o impacto financeiro da medida, já que 13 dos 20 clubes da Série A tinham bets como patrocinadoras máster, com perda estimada de R$ 1 bilhão. Os clubes aguardam sinalização do governo para um possível encontro com representantes do Planalto, ainda não confirmado.
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou em primeira votação um projeto de lei que restringe a publicidade de bets em eventos realizados no município. Clubes como Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo, que mantêm contratos de patrocínio com casas de apostas, articulam-se contra a proposta devido ao risco de sanções e perda de receitas.