O presidente do Flamengo, Eduardo Baptista (Bap), criticou a suspensão das casas de apostas decretada pelo Governo Federal e alertou para uma perda de cerca de R$ 400 milhões nas receitas do clube. O dirigente afirmou que a medida compromete a folha salarial, contratações como a de Paquetá e os esportes olímpicos, e espera que a decisão seja revista pelo STF ou pelo Congresso Nacional. O Flamengo volta a campo pelo Brasileirão contra o Santos e depois disputa a semifinal da Libertadores contra o Estudiantes.
Clubes paulistas das Séries A e B do Campeonato Brasileiro farão uma reunião de emergência na sede da Federação Paulista de Futebol para discutir o veto do governo federal às casas de apostas (bets). A principal preocupação é reduzir o impacto financeiro da medida, já que 13 dos 20 clubes da Série A tinham bets como patrocinadoras máster, com perda estimada de R$ 1 bilhão. Os clubes aguardam sinalização do governo para um possível encontro com representantes do Planalto, ainda não confirmado.
O presidente do Fluminense, Mattheus Montenegro, afirmou que sobram razões jurídicas para o clube recorrer à Justiça contra a medida provisória que proíbe as casas de apostas (bets) no Brasil. Segundo ele, o impacto financeiro para o tricolor supera R$ 100 milhões, atingindo o patrocínio máster, placas de campo e estoques de camisas, enquanto o futebol brasileiro pode perder R$ 2,5 bilhões em receitas. Montenegro criticou a ausência de período de transição, alegando inconstitucionalidade, e declarou que os clubes devem recorrer ao Poder Judiciário.