O Campeonato Brasileiro de 2026 demonstra um início conturbado com seis trocas de técnicos em apenas seis rodadas. Clubes como Cruzeiro, Vasco, São Paulo, Flamengo, Atlético-MG e Remo já promoveram mudanças no comando de suas equipes, evidenciando a pressão por resultados.
O diretor executivo do Atlético-MG, Paulo Bracks, fez uma autocrítica sobre a alta rotatividade de técnicos no clube, reconhecendo as cinco mudanças nos últimos dois anos. Ele também criticou a forma como o Flamengo demitiu Filipe Luís, considerando a ação desrespeitosa diante das conquistas do time carioca.
Arnaldo Ribeiro, comentarista do UOL, criticou a demissão do técnico Hernán Crespo do São Paulo, comparando a gestão de Rui Costa e Rafinha à do Flamengo. Ele considera as justificativas para a saída de Crespo "cascatas" e que a diretoria já tinha Roger Machado apalavrado.
O São Paulo demitiu o técnico Hernán Crespo devido a escolhas táticas controversas na derrota para o Palmeiras, um relacionamento desgastado com o elenco e suas frequentes cobranças à diretoria por reforços. A decisão foi tomada em conjunto com a gerência esportiva e executivo de futebol do clube.
A diretoria do Flamengo não planeja demitir o diretor de futebol José Boto, apesar do desgaste com o episódio da saída de Filipe Luís. A ideia é trazer um profissional para atuar como gerente de futebol, mais próximo do elenco, mas nenhum contato foi feito oficialmente.
A colunista Milly Lacombe critica veementemente o técnico Ramón Díaz do Internacional por declarações misóginas após um empate. Ela argumenta que o treinador deveria ser demitido imediatamente por suas falas preconceituosas e que o clube e a imprensa falharam ao não reagir à misoginia.