O São Paulo negocia com a farmacêutica Cimed um possível novo patrocínio, sem proposta formalizada e em estágio inicial de conversas. O clube avalia cenários diante do congelamento do contrato com a Superbet, afetada pela MP que restringe apostas de quota fixa, e do fim do naming rights da Mondelez no MorumBIS. A Cimed também demonstra interesse em outras propriedades comerciais, incluindo a exposição da marca na camisa do time.
O Flamengo monitora os impactos de uma eventual saída da Betano, patrocinadora master do clube até 2028, após medida do governo federal prever a proibição das casas de apostas no Brasil. Internamente, estima-se que a perda poderia reduzir cerca de 20% da receita anual, valor próximo aos R$ 260 milhões investidos na contratação de Lucas Paquetá. Como mitigação, a diretoria vem se aproximando de empresas de outros segmentos, como a Cimed.
O Grêmio anunciou um novo patrocinador máster, a casa de apostas Pitaco, em contrato de três anos avaliado em cerca de R$ 140 milhões. O acordo prevê cláusula de exclusividade que impede a empresa de patrocinar o rival Inter sem pagamento de multa. O clube estava sem patrocinador máster desde dezembro do ano passado, quando rompeu contrato com a Alfa Bet.
A Portuguesa anunciou dois novos patrocínios para a partida contra o Corinthians, válida pelas quartas de final do Campeonato Paulista. As empresas Cimed e Morelate terão suas marcas expostas no uniforme da equipe.
O CEO da Cimed, João Adibe, descartou a possibilidade de suceder Leila Pereira na presidência do Palmeiras no momento, alegando falta de tempo para se dedicar integralmente ao cargo. Ele reforçou seu apoio à gestão atual e destacou o desejo de um dia poder assumir a liderança, caso tenha disponibilidade.
A matéria analisa o dia do Palmeiras, destacando o patrocínio da Cimed, a gestão de Leila Pereira e o desenvolvimento do jogador Agustín Giay. O acordo com a Cimed pode render até 57 milhões de reais, enquanto Giay se firmou como titular, despertando interesse europeu.