A coluna analisa o posicionamento político de jogadoras do futebol feminino brasileiro, como Carlinha e Ary Borges, que se declararam favoráveis a Lula e contrárias ao bolsonarismo após o título do Brasileirão conquistado pelo São Paulo. A autora contrasta essa 'consciência de classe' das mulheres do futebol feminino com o alinhamento conservador do futebol masculino. Por fim, extrai dessas manifestações lições para o segundo turno das eleições presidenciais.
A goleira Carlinha foi decisiva na conquista do título do Campeonato Brasileiro feminino pelo São Paulo sobre o Corinthians, no Morumbis. Após cometer erro no gol de empate rival, ela se redimiu ao defender um pênalti crucial e foi eleita a melhor jogadora da final, prêmio que rendeu um carro da Hyundai. A reportagem também traça a trajetória da atleta no clube e sua convocação para a Seleção Brasileira feminina.
O São Paulo conquistou o título inédito do Campeonato Brasileiro Feminino, coroando um projeto iniciado em 2017 que valorizou as categorias de base e fortaleceu gradualmente a comissão técnica. A matéria detalha a trajetória do clube, a aposta no técnico Thiago Viana e o uso do rival Corinthians como referência de estruturação do futebol feminino.
O São Paulo conquistou o título inédito do Brasileirão Feminino no atual formato ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians no MorumBis, fechando o confronto por 3 a 2 no agregado. O Tricolor faturou R$ 2 milhões de premiação e, junto com o vice-campeão Corinthians, garantiu vaga na próxima edição da Libertadores. A decisão ainda registrou o maior público sul-americano entre clubes, com 49.405 torcedores presentes.
O São Paulo conquistou o Campeonato Brasileiro Feminino de 2026 ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians e vencer por 3 a 2 no agregado. A final estabeleceu novo recorde de público do futebol feminino entre clubes na América do Sul, com 49.206 torcedores no Morumbis. É o primeiro título nacional feminino do clube na Era Moderna, iniciada em 2013.
Por Caê Vasconcelos e Letícia Landim em 2026-10-03
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis e conquistou o título do Brasileirão feminino, vencendo por 3 a 2 no agregado. Bia Menezes marcou para o Tricolor e Juliete descontou para o Timão, que ainda viu Gabi Zanotti perder um pênalti defendido por Carlinha. A decisão bateu recorde de público sul-americano entre clubes, com 49.405 torcedores presentes.
O São Paulo conquistou o título da Série A1 do Campeonato Brasileiro feminino ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians, fechando o agregado em 3 a 2. A partida registrou 49.405 torcedores no Morumbis, estabelecendo recorde de público para jogos de futebol feminino entre clubes na América do Sul. O triunfo encerrou a sequência de seis títulos consecutivos do Corinthians na competição.
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians e conquistou o primeiro título do Brasileiro feminino de sua história, com placar agregado de 3 a 2. A goleira Carlinha falhou no primeiro gol, mas se redimiu com defesas decisivas, incluindo um pênalti cobrado por Gabi Zanotti. Com a conquista, as Soberanas garantiram vaga na Libertadores e encerraram a sequência de títulos do rival.
O São Paulo conquistou o Campeonato Brasileiro feminino pela primeira vez ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis, diante de recorde de público de 49.405 torcedores, o maior da história do futebol feminino de clubes da América do Sul. O técnico Thiago Viana celebrou o título inédito e atribuiu a campanha à união entre trabalho psicológico e técnico, resumida na fórmula 'coração e cérebro'. A conquista encerrou a sequência de seis títulos consecutivos do Corinthians, que permanece como maior campeão da competição, com sete troféus.
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians na final do Brasileirão Feminino e, com o placar agregado de 3 a 2, conquistou o título nacional encerrando um jejum de 29 anos. A goleira Carlinha foi decisiva ao defender pênalti cobrado por Gabi Zanotti. A partida, disputada diante de 49.405 torcedores no MorumBis, marcou o recorde de público do futebol feminino na América Latina.
O São Paulo conquistou o Campeonato Brasileiro de futebol feminino ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians no MorumBIS, encerrando um jejum de 29 anos desde o título de 1997. A goleira Carlinha, que havia falhado no gol de empate de Juliete, redimiu-se ao defender o pênalti cobrado por Gabi Zanotti. A partida marcou recorde de público do futebol feminino brasileiro em jogos de clubes, com 49.405 espectadores.
A coluna de Juca Kfouri narra a final do Brasileiro Feminino no Morumbi, em que o São Paulo venceu o Corinthians por 2 a 1 e conquistou o bicampeonato diante de 49.405 torcedores, recorde da América do Sul entre clubes. O cronista destaca os erros das goleiras Carlinha e Nicole, a pressão corinthiana no segundo tempo e a reação são-paulina que selou o título, encerrando o sonho do octa rival. Defende que o futebol feminino seja tratado com verdade e sem exageros, já que o estádio estava cheio, mas não lotado.
A goleira Carlinha cometeu uma falha no gol do Corinthians na final do Brasileirão Feminino, mas se redimiu ao defender pênalti de Gabi Zanotti no segundo tempo. Sua atuação foi decisiva para o São Paulo vencer o clássico no Morumbi e conquistar o título nacional. A matéria também revisa a trajetória da jogadora, que em 2026 passou a integrar a Seleção Brasileira feminina.
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis e conquistou o Brasileirão Feminino pela primeira vez na história, somando com a vitória por 2 a 1 no jogo de ida. A partida estabeleceu recorde de público do futebol feminino no Brasil, com 49.405 torcedores, e encerrou a sequência de seis títulos consecutivos do Corinthians. A goleira Carlinha foi a grande personagem da final ao defender pênalti de Gabi Zanotti, se redimindo da falha que originou o gol de empate corintiano.
Comentaristas do programa Fim de Papo, do Canal UOL, analisam a conquista do título do Brasileirão feminino pelo São Paulo, que superou o Corinthians na decisão. Alícia Klein avalia que o tricolor venceu por ser o melhor time do campeonato, destacando a defesa de pênalti de Carlinha e a disciplina tática defensiva. Fabíola Andrade ressalta o trabalho de longo prazo do técnico Thiago Vianna, formado na base do clube.
A goleira Carlinha, do São Paulo, explicou em entrevista ao Fim de Papo, do Canal UOL, seu posicionamento político contra Bolsonaro, atribuindo a fala à morte da avó durante a pandemia. Ela também afirmou que votará antes de se apresentar à Seleção Brasileira e destacou o sonho de disputar a Copa do Mundo feminina de 2027 no Brasil. Comentaristas elogiaram sua atuação na partida contra o Corinthians, apontando-a como o nome do jogo.
Em partida válida pelo Brasileiro Feminino, o Corinthians venceu o São Paulo por 2 a 1, com um gol marcado por Andressa Alves. Um quique inesperado da bola enganou a goleira Carlinha, do São Paulo, resultando no segundo gol do Corinthians. O resultado manteve o Corinthians na liderança do campeonato.
A goleira Carlinha renovou seu contrato com o São Paulo até o final de 2026. Ela foi um destaque na última temporada, participando da conquista da Supercopa feminina, onde defendeu pênaltis decisivos contra o Corinthians. A jogadora expressou sua felicidade e inspiração em Manuel Neuer.
O Majestoso feminino entre Corinthians e São Paulo, pela semifinal do Paulistão, terminou com vitória do Timão por 2 a 1. As goleiras Lelê (Corinthians) e Carlinha (São Paulo) se destacaram com defesas importantes, em uma partida de respeito e alta intensidade, apesar do calor. O Corinthians saiu na frente, o São Paulo empatou e desperdiçou um pênalti, mas os gols de Jhonson garantiram a vantagem para o jogo de volta.