A coluna analisa o posicionamento político de jogadoras do futebol feminino brasileiro, como Carlinha e Ary Borges, que se declararam favoráveis a Lula e contrárias ao bolsonarismo após o título do Brasileirão conquistado pelo São Paulo. A autora contrasta essa 'consciência de classe' das mulheres do futebol feminino com o alinhamento conservador do futebol masculino. Por fim, extrai dessas manifestações lições para o segundo turno das eleições presidenciais.