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Análise dos Times

Sao Paulo

Principal

Motivo: Cronista celebra o título são-paulino, elogia a reação e a festa do estádio, mas reconhece erros e nervosismo do time

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Texto admite domínio das Brabas em vários trechos e sua maior comodidade, sem ataques ou tom hostil apesar da derrota

Viés da Menção (Score: 0.1)

Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Corinthians Gabi Zanotti Nicole Morumbi Carlinha Jhonson Juliete Bia Menezes Giovana Crivellari

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Soberanas campeãs vivem tarde inesquecível Juca Kfouri Colunista do UOL 03/10/2026 18h34 Deixe seu comentário Bia Menezes, do São Paulo, comemora gol marcado contra o Corinthians na final do Brasileiro Feminino Imagem: Marco Miatelo/Marco Miatelo/AGIF O futebol feminino precisa ser tratado com verdade e a verdade não precisa de exagero. O Morumbi estava cheio, longe de estar lotado. As Soberanas saíram na frente, com gol de Bia Menezes em chute pela esquerda e falha da goleira Nicole, aos 9 minutos. Muniz Sodré Sobre o afeto que se encerra Danilo Lavieri Ancelotti insiste no mesmo erro de antes da Copa Josias de Souza Lula usa arma de 2022 pela volta de fator democrático Hélio Schwartsman Onde foi parar a festa da democracia? Mulheres falham como homens falham. O Morumbi estava lindo em tarde de sol e as Soberanas melhores que as Brabas desde o pontapé inicial. Aos 18, porém, a goleira Carlinha deu um presente inacreditável para Juliete e ela não perdoou, para empatar 1 a 1. Os dois primeiros gols nasceram de erros das goleiras, o da tricolor bem mais grave, embora com o pé. Aos 22, não houve erro de goleira. Giovana Crivellari fez de peixinho o 2 a 1, mas em impedimento, para alívio das Brabas que, daí em diante, se impuseram. Continua após a publicidade As corintianas, acostumadas a jogar com grandes plateias estavam mais à vontade que as nervosas são-paulinas e, aos 36, com mais capricho, Jhonson teria virado o marcador. Quando o primeiro tempo terminou as visitantes eram um pouco melhores que as anfitriãs que, no entanto, seriam campeãs caso o placar permanecesse. A decisão Majestosa era antes tensa do que técnica, mas valia ver. Robledo e Jaque nos lugares de Gi Fernandes e Vic Albuquerque no segundo tempo entre as Brabas Nos quatro primeiros minutos o Corinthians criou três oportunidades e o São Paulo errava muito. Aos 7, Jhonson, pressionada, perdeu outra vez a chance da virada. Continua após a publicidade As Soberanas viviam perigosamente. O perde/pressiona corintiano acuava as tricolores que se limitavam à defesa. Aos 18 o VAR chamou e foi flagrado pênalti e Gabi Zanotti atrasou a bola para Carlinha. Bizarro! O Morumbi que estava apreensivo explodiu e o time reagiu bem à carga de energia. A hegemonia das Brabas era fraturada pelas bravas Soberanas. Os minutos finais foram eletrizantes, lá é cá com desperdício de chances para ambos os lados. Continua após a publicidade O octa ia para cucuia e o bicampeonato se aproximava para 49.405 torcedores, recorde na América do Sul para clubes. No Morumbi cabem 66.795 (só para justificar a afirmação de que não estava lotado). Mas que o estádio merecia a festa do título é fora de dúvida. Só que foram dados nove minutos de acréscimos e havia tempo para tudo. Nada impediu o título. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Josias: Lula usa em 2026 armas de 2022 e tenta retomar 'fator democrático' Nova Zelândia e Austrália iniciam votação de brasileiros no exterior Pesquisa Palver para presidente no 1º turno: veja intenções de voto atualizadas Quaest SP: Tarcísio tem 60% dos votos válidos, contra 36% de Haddad Fundador da revista Conjur, Márcio Chaer morre ao perseguir ladrão em SP