O São Paulo conquistou o título inédito do Brasileirão Feminino no atual formato ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians no MorumBis, fechando o confronto por 3 a 2 no agregado. O Tricolor faturou R$ 2 milhões de premiação e, junto com o vice-campeão Corinthians, garantiu vaga na próxima edição da Libertadores. A decisão ainda registrou o maior público sul-americano entre clubes, com 49.405 torcedores presentes.
O São Paulo conquistou o título do Brasileirão Feminino 2026 ao segurar o empate em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis, após vencer a ida por 2 a 1 em Itaquera. O clube tricolor faturou a premiação recorde de R$ 2 milhões, enquanto o Corinthians ficou com R$ 1 milhão como vice. A conquista quebrou a hegemonia corintiana na competição e garantiu as duas equipes na Libertadores de 2027.
O São Paulo conquistou o Campeonato Brasileiro Feminino de 2026 ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians e vencer por 3 a 2 no agregado. A final estabeleceu novo recorde de público do futebol feminino entre clubes na América do Sul, com 49.206 torcedores no Morumbis. É o primeiro título nacional feminino do clube na Era Moderna, iniciada em 2013.
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians, no Estádio do Morumbis, e conquistou o primeiro título de Brasileirão feminino de sua história. Bia Menezes e Juliete marcaram os gols da decisão, que registrou recorde de público do futebol feminino entre clubes na América do Sul, com 49.405 pessoas. A conquista encerrou a sequência de seis títulos consecutivos do Corinthians na competição.
Por Caê Vasconcelos e Letícia Landim em 2026-10-03
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis e conquistou o título do Brasileirão feminino, vencendo por 3 a 2 no agregado. Bia Menezes marcou para o Tricolor e Juliete descontou para o Timão, que ainda viu Gabi Zanotti perder um pênalti defendido por Carlinha. A decisão bateu recorde de público sul-americano entre clubes, com 49.405 torcedores presentes.
Por Caê Vasconcelos e Letícia Landim em 2026-10-03
Bia Menezes, autora do gol decisivo, celebrou a conquista do Campeonato Brasileiro Feminino pelo São Paulo sobre o Corinthians e desabafou sobre as dúvidas que cercavam o elenco antes da competição. O título foi definido com empate em 1 a 1 no Morumbis, diante de 49.405 torcedores, recorde de público entre clubes da América do Sul. Esta é a segunda conquista nacional de futebol feminino da história do clube.
Bia Menezes, lateral do São Paulo, detalha o gol do título inédito do Brasileiro feminino, conquistado no empate em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis. A conquista encerrou a sequência de seis troféus consecutivos do rival. A jogadora celebra o mérito coletivo do grupo e destaca a construção de uma nova história para o clube.
Bia Menezes marcou o gol que garantiu o título inédito do São Paulo no Brasileiro feminino, no empate em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis. A conquista encerrou a sequência de seis títulos consecutivos do rival e estabeleceu o recorde de público do futebol feminino de clubes na América Latina, com 49.405 torcedores. Em declarações, a lateral explicou o lance do gol e destacou a humildade e o trabalho coletivo do grupo.
São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians, no MorumBis, e conquistou o Brasileirão Feminino diante de mais de 49 mil torcedores. Bia Menezes marcou para as donas da casa e Juliete empatou para o Corinthians ainda no primeiro tempo. Com a conquista, o clube paulista chega a duas taças, enquanto o Corinthians permanece como maior campeão histórico da competição, com sete títulos.
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians na final do Brasileirão Feminino e, com o placar agregado de 3 a 2, conquistou o título nacional encerrando um jejum de 29 anos. A goleira Carlinha foi decisiva ao defender pênalti cobrado por Gabi Zanotti. A partida, disputada diante de 49.405 torcedores no MorumBis, marcou o recorde de público do futebol feminino na América Latina.
São Paulo e Corinthians se enfrentam no jogo de volta da final do Brasileirão Feminino, no Morumbis. O Tricolor, vencedor da ida por 2 a 1, abriu o placar com Bia Menezes, mas o Corinthians empatou com Juliete. Com a vantagem do empate, o São Paulo segue na busca do título inédito.
O São Paulo conquistou o Campeonato Brasileiro de futebol feminino ao empatar em 1 a 1 com o Corinthians no MorumBIS, encerrando um jejum de 29 anos desde o título de 1997. A goleira Carlinha, que havia falhado no gol de empate de Juliete, redimiu-se ao defender o pênalti cobrado por Gabi Zanotti. A partida marcou recorde de público do futebol feminino brasileiro em jogos de clubes, com 49.405 espectadores.
A coluna de Juca Kfouri narra a final do Brasileiro Feminino no Morumbi, em que o São Paulo venceu o Corinthians por 2 a 1 e conquistou o bicampeonato diante de 49.405 torcedores, recorde da América do Sul entre clubes. O cronista destaca os erros das goleiras Carlinha e Nicole, a pressão corinthiana no segundo tempo e a reação são-paulina que selou o título, encerrando o sonho do octa rival. Defende que o futebol feminino seja tratado com verdade e sem exageros, já que o estádio estava cheio, mas não lotado.
O São Paulo empatou em 1 a 1 com o Corinthians no Morumbis e conquistou o Brasileirão Feminino pela primeira vez na história, somando com a vitória por 2 a 1 no jogo de ida. A partida estabeleceu recorde de público do futebol feminino no Brasil, com 49.405 torcedores, e encerrou a sequência de seis títulos consecutivos do Corinthians. A goleira Carlinha foi a grande personagem da final ao defender pênalti de Gabi Zanotti, se redimindo da falha que originou o gol de empate corintiano.
O São Paulo anunciou a renovação do contrato da lateral esquerda Bia Menezes até dezembro de 2027. A jogadora, que chegou ao clube em 2024, é peça importante na equipe, com dois gols e cinco assistências na temporada atual. Ela já conquistou a Supercopa Feminina de 2025 e participou da Libertadores Feminina.
A lateral-esquerda Bia Menezes sofreu uma lesão ligamentar no tornozelo direito, que a afastará dos gramados pelo restante da temporada. Ela precisará passar por cirurgia e terá um período de recuperação estimado entre quatro e seis meses. A atleta se pronunciou sobre o ocorrido, expressando sua frustração, mas também sua determinação em superar o obstáculo e retornar mais forte.